GUINEENSES CONSIDERAM QUE ESPANCAMENTOS FORAM COROAS NO ANO 2022
Os cidadãos guineenses consideram o ano 2022 como um ano negro na história da Guiné-Bissau, caracterizadas por espancamentos, inseguranças bem como o fracassado processo de exportação da castanha de caju.
As considerações foram registadas hoje, em resposta a uma reportagem de rua efectuada pela RSM, e concernente aos aspetos positivos e negativos do atual governo liderado por Nuno Gomes Nabiam.
Para os guineenses, os trabalhos do executivo feitos no decurso do ano transato, não correspondem com os seus anseios, e apontam a ausência de uma justiça de qualidade bem como a falta de segurança pública.
“2022 pode ser considerado como o pior ano, porque o governo não conseguiu exportar nem sequer 50% da castanha de caju, no que refere aos aspetos da saúde não vale a pena tocar porque é pior porque um ano inteiro foi caracterizado por ondas de greves, por outro lado é um ano coroado por raptos, espancamentos sem que os implicados sejam traduzidos na justiça, e o limita em dizer casos isolados”, frisou.
Ainda falam da falta de segurança, educação, subida galopante dos produtos da primeira necessidade com um custo de vida que não combina, greves em todos os sectores administrativos por último pediram para que o governo não permita esse aspeto da dissolução do parlamento porquê não leve avante o país.
Essas vozes também aplaudiram o governo no que se refere as obras de reconstrução das rodovias e o recenseamento realizado no aparelho de Estado.
Os cidadãos guineenses expressaram as suas esperanças e aguardam que o governo consiga responder as demandas do povo neste ano 2023.
Por: Diana Bacurim
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