LGDH DIZ QUE GOVERNO PRETENDE ANIQUILAR A LIBERDADE DE EXPRESSÃO NA GUINÉ-BISSAU

A Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) acusa o governo de ter a intenção de aniquilar a liberdade da imprensa conquistada na Guiné-Bissau.

As acusações da organização defensora dos direitos humanos no país foram feitas numa entrevista a Rádio Sol Mansi (RSM), em jeito de balanço das prestações da sua organização durante o ano 2022, e também dos trabalhos realizados pelo governo sobre a garantia da implementação dos direitos humanos durante o ano passado.

Augusto Mário da Silva considera a medida das cobranças de milhões para a obtenção de alvarás aos órgãos de comunicações sociais privados bem como a estratégia de acabar com o pluralismo de opinião na Guiné-Bissau.

“Mais uma vidência de que o governo simplesmente quer aniquilar de qualquer forma todos os direitos fundamentais conquistados no país, através de medidas cobranças de milhões para a aquisição de alvarás aos órgãos de comunicações socias privados, para nós esta é uma estratégia para silenciar as vozes e de acabar com pluralismo de opinião na Guiné-Bissau, mas sem lembrar da sua obrigação que é de formar e de informar cidadãos, que acabou de abstrair, e que veio ser assumido por órgãos de comunicações socias, através de sensibilizações, programas educativos que visa preencher lacunas deixado pelo governo, mas assim o governo quer aniquilar a imprensa”, sustenta Augusto Mário da Silva.

Nos últimos tempos, várias organizações e relatórios alertam as constantes impasses políticos que se vivem no país, têm sido obstáculos para a efetiva liberdade de imprensa e de expressão.

Um dos casos apontados são perseguições aos jornalistas, fecho de algumas rádios privadas e comunitárias e o espancamento de um cidadão que, segundo relatos, estava a reivindicar o acesso ao Mercado Central onde já dispunha de um lugar muito antes do incendio que destruiu totalmente esta infraestruturas de índole público.

Ainda sobre a situação da liberdade de imprensa e de expressão na Guiné-Bissau, a Liga Guineense dos Direitos Humanos acusa o governo de ter como a única preocupação de retalhar estas liberdades garantidas na Constituição da República e na Carta Internacional dos Direitos Humanos.

“Hoje em dia na Guiné-Bissau não poder dizer que temos a liberdade de expressão, basta criticar passa a ter perseguições nas ruas ou até na sua própria casa por homens bem armados encapuçados, portanto o governo não está minimamente preocupado efetivamente para permitir exprimir os seus sentimentos, antes pelo contrário o governo está preocupado em reprimir a liberdade de expressão”, diz o ativista dos Direitos Humanos.        

A Liga Guineense dos Direitos Humanos acusa o governo de estar a submeter a população a um tratamento cruel.

 

Por: Turé da Silva

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