LGDH INDIGNADO COM ONDAS DE RAPTO E ESPANCAMENTO

A Liga Guineense dos Direitos Humanos pede o fim urgente de ondas de raptos e espancamentos na Guiné-Bissau.

O pedido desta organização defensora dos direitos humanos foi tornado público, esta segunda-feira, à Rádio Sol Mansi, numa entrevista telefónica sobre mais um caso de espancamento feito nesta sexta-feira, e registou-se na pessoa de um comerciante raptado e espancado quando reclamava um lugar no Mercado Central da Praça na qualidade de um do antigo ocupante desse estabelecimento público.

De acordo com Bubacar Turé, o país não pode continuar no caminho da violência gratuitas contra os cidadãos indefesos, neste caso, a onda de rapto e espancamento na Guiné-Bissau deve terminar urgentemente.

“A liga mais condena este ato criminoso e responsabilizamos as autoridades nacionais sobre mais um ato, e que engrossa na extensa lista de rapto e espancamento em que os atores ficam no mar de impunidade, a este fato a Guiné-Bissau não pode continuar no caminho de violência gratuita contra o cidadão”, sustenta o vice-presidente da Liga.

Para o vice-Presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos está claro para todos os guineenses, que os autores destes atos de maldades estão devidamente identificados, por isso responsabiliza o Governo por mais um ato de terrorismo contras cidadãos comuns e indefesos.

“Pesamos que está claro, não há dúvida para nenhum guineense de que autores destes atos de maldades estão devidamente identificados portanto mais o estado é cúmplices destes atos e não quer agir contra e traduzi-los à justiça”, admite Bubacar Ture.

Bubacar Turé denúncia, aquilo que o leva a considerar a Guiné-Bissau de uma “república de milícias” em que o estado é refém destas forças de malicias.

“Já é claro que a Guiné-Bissau é uma república de milícia e estado é refém destas forças de milícias ou pelo contrário o estado está a patrocinar estes atos porque só isso que podemos perceber sobretudo do silêncio, omissão a inação do estado perante estes atos contra o cidadão”, observou Ture.

O vice-Presidente da Liga afirma que nos últimos anos a violência e conflitualidade a nível familiar tem vindo a ganhar proporções alarmantes no país, entende que algo está a falhar na família e na sociedade para negativa, por isso, as autoridades devem desencadear medidas que visam compreender o porquê destas cargas violenta que a sociedade tem estado a registar.

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