“SE SAIRMOS ÀS RUAS DESTA VEZ SERÁ DIFERENTE E SERÁ PAR ALÉM” – avisa UNTG
A União Nacional dos Trabalhadores da Guine (UNTG) adverte que nos próximos tempos irá promover marchas e pretextos diários para exigir o cumprimento dos acordos assinados com o governo.
A Advertência da maior Central Sindical do país foi deixada, esta quarta-feira, durante uma conferência de imprensa para demostrar a sociedade guineense a posição dos funcionários face ao não comprimento das exigências que foi um dos compromissos da Assembleia Nacional Popular e do governo.
Iacer Turé, porta-voz da UNTG, avança que o país está dentro de uma conjuntura que acabou por piorar a vida dos cidadãos.
“Mais uma vez entramos em mais um silêncio criminoso porque, a situação que vivemos agora não tem a ver com a do ano passado sendo que é uma situação pior e não preciso fazer alguma descrição porque é do conhecimento de todos. Então, estamos dentro de uma conjuntura que piora a crise social”, sustenta.
O porta-voz da UNTG garante ao executivo que o país nunca vai conseguir implementar uma estratégia de desenvolvimento se não souber fazer uma selecção das pessoas capazes e, nos lugares certos.
“O que se passa atualmente na função pública que supostamente este recenseamento seletivo que estão a realizar, vamos chamar à atenção ao governo que tomem cuidado porque o espirito que adotamos durante 1 ano para que este recenseamento seja feito não é para um espirito de seletividade. O objetivo é trazer a meritocracia e fazermos poupança nos 8 bilhões que gastamos para pagar salário às 36 pessoas que não conhecemos”, explica Iacer.
Iacer avisa que “se sairmos às ruas desta vez será diferente e, será par além”.
A maior Central Sindical do país anuncia que desde o dia 11 do passado mês de Março enviou uma carta de advertência ao governo e ao parlamento mas, até ao momento não recebeu alguma reação.
A UNTG exige do Governo, entre outros assuntos, a exoneração de funcionários contratados sem concurso público, a melhoria de condições laborais e o aumento do salário mínimo na função pública.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos
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