PMD5: GUTERRES QUER RECURSOS PARA ADAPTAÇÃO ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

O Secretário-geral das Nações Unidas afirmou que vão continuar a pressionar para conseguir os recursos prometidos destinados à adaptação da mudança climática e transição energética assim como a implementação de sistema de alerta precoce para cada pessoa daqui a 2027 face ao risco de catástrofe natural.

“Vamos continuar a pressionar para obtermos os recursos prometidos que são destinados a adaptação da mudança climática, transição energética assim como para a implementação de sistema de alerta precoce para cada pessoa até 2027, fazendo face ao risco de catástrofe natural”, diz o líder da ONU.

António Guterres falava na abertura da 5 reunião das Nações Unidas sobre os países menos desenvolvidos a decorrer em Doha, Catar, de 5 a 9 de Março.

A reunião, vai permitir aos líderes mundiais adotarem um novo pacto histórico para ajudar os países mais vulneráveis, isto, três anos após o marco da luta contra o VIH.

“Vamos igualmente implementar um sistema fiscal equipado e lutar contra o fluxo financeiro ilícito, o branqueamento de capital e a fraude fiscal que lesa os recursos nacionais e que corrompe os países em desenvolvimento”, frisou.

Desde o início da pandemia, os 46 países categorizados de Menos Desenvolvidos (PMD) da ONU, sofreram com a insuficiência de recursos para combater a pandemia e a dívida em espiral, o que atrasou o seu desenvolvimento.

Na Quinta Conferência das Nações Unidas sobre os Países Menos Desenvolvidos (PMD5) os chefes de Estado e de Governo voltarão a colocar as necessidades dos PMD na agenda global.

Os líderes acordarão planos para implementar o Programa de Acão de Doha, um compromisso de 10 anos para renovar e reforçar as parcerias entre os países menos desenvolvidos e as nações desenvolvidas, bem como com o sector privado e a sociedade civil.

No evento, uma série de anúncios ousados serão ouvidos, assim como novas parcerias e compromissos concretos para cumprir a promessa da Agenda de Doha para a Acão. Juntamente com o Secretário-Geral da ONU, os líderes mundiais vão dar início a uma nova era de solidariedade para os Estados Membros mais vulneráveis.

De referir que, segundo a ONU, as pessoas nos PMD sofreram um declínio acentuado do nível de vida e uma desigualdade crescente, enquanto os seus saldos das contas correntes sofreram uma pressão adicional devido ao aumento dos pagamentos da dívida externa e ao aumento dos preços internacionais da energia e dos alimentos.

Importa referir que muitos dos países menos desenvolvidos já se encontram em dificuldades ou em risco de se encontrarem em situação de endividamento. Se nada for feito, segundo a ONU, a angústia económica e as desigualdades no acesso às vacinas tornarão a recuperação mais longa e mais dolorosa do que o necessário.

 

Por: Nautaran Marcos Có - Catar

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