GOVERNO DISSE QUE TRATAMENTO DE PALUDISMO ACARRETA CUSTOS DEVASTADORES À ECONOMIA NACIONAL

A ministra da Saúde Pública, Magda Robalo Correia e Silva, disse, hoje (24 de Janeiro), que o paludismo continua a ter a consequência devastadora na saúde e na economia das pessoas nos países que são afectados por este flagelo

A informação anunciada pela titular da pasta da Saúde Publicano acto da tomada de posse dos membros de Comité Nacional de Coordenação da Campanha MILDA 2020.

De acordo com a governante o relatório mundial sobre paludismo de 2019 da Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que em 2018 o mundo registou cerca de 228 milhões de caso de paludismo e a maioria deste caso teve lugar na região africana contribui com cerca de 94 por cento destas mortes e a Guiné-Bissau contribuiu para este número como 83 casos do número total de 405 mil mortes registados em todo o mundo no ano de 2018.

“O paludismo é uma doença que se pode prevenir e tratar mas continua a ter consequências devastadoras na saúde e na economia das pessoas e dos países afectados por este flagelo”.

A Guiné-Bissau realiza, no mês de Maio próximo, a campanha da distribuição dos mosqueteiros impregnados em todas as regiões sanitária do país. Segundo a ministra da Saúde Publica as evidências acumuladas mostram que a distribuição dos mosqueteiros impregnados com insecticida reduz a mobilidade do paludismo nas crianças.

“Na Guiné-Bissau temos uma tradição do uso de mosquiteiros e temos observado na análise da situação realizada em 2001 uma cobertura de 60 por cento nas crianças de menos de 5 anos e nas grávidas”.

Já a directora geral das doenças transmissíveis e não transmissíveis, Lisandra Cabral dos Reis, disse que o país chegou numa encruzilhada critica na luta contra o paludismo e existe a oportunidade e uma necessidade “urgente” de acelerar os progressos, reduzindo a morbilidade e a mortalidade em todo o país.

“A Guiné-Bissau chegou numa encruzilhada critica na luta contra o paludismo, existe a oportunidade e uma necessidade urgente de acelerar os progressos reduzindo a morbilidade e a mortalidade em toda o país, os progressos podem ser acelerados através de uma maior espanação das intervenções existentes atribuindo a resposta ao paludismo uma prioridade técnica, financeira e política mais elevada e garantindo que a elaboração e o uso de novos instrumentos e a soluções serão maximizados”

Esta é a quarta edição da distribuição universal dos mosqueteiros impregnados no país, o primeiro começou em 2011, a segunda em 2014 e a terceira em 2018.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Braima Sigá

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