OBSERVADORES LUSÓFONOS CONSIDERAM VOTAÇÃO DE DOMINGO LIVRE, JUSTA E TRANSPARENTE
Estas informações constam num comunicado preliminar da Missão de Observadores Eleitorais da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, lido hoje por Carlos Alberto Cauio, Vice-Presidente da Comissão Nacional de Eleições de Moçambique.
Na sua comunicação, o chefe da missão afirmou que a Missão de Observação Eleitoral destacou a forma pacífica e ordeira como decorreram as operações eleitorais, bem como a observância generalizada dos procedimentos legais.
Segundo o relatório preliminar da ROJAE-CPLP, a participação massiva e pacífica dos eleitores guineenses constitui um elemento que reforça a legitimidade do processo eleitoral.
A Missão de Observação Eleitoral verificou que, em todas as mesas de voto visitadas, foram respeitados os procedimentos legais na sua instalação, na abertura e no decurso da votação.
A Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa observou 26 mesas de voto, tendo acompanhado os trabalhos de votação no Setor Autónomo de Bissau, na Região de Biombo, e nos setores eleitorais de Prábis, Safim e Quinhamel.
A Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa observou 26 mesas de voto, tendo acompanhado os trabalhos de votação no Setor Autónomo de Bissau, na Região de Biombo, e nos setores eleitorais de Prábis, Safim e Quinhamel.
A Missão de Observação Eleitoral da CPLP foi composta por seis membros e técnicos dos órgãos de administração eleitoral de Angola, Cabo Verde, Moçambique e Portugal.
A Missão de Observação Eleitoral irá elaborar posteriormente o relatório final da missão, no qual, no quadro da colaboração institucional, será apresentado um conjunto de recomendações com vista ao aperfeiçoamento do processo eleitoral.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos Camará

