PAÍS REGISTA ALTA TAXA DE VIOLÊNCIA CONTRA DOMÉSTICAS GUINEENSES
A preocupação destas organizações foi transmitida a imprensa pela presidente da Rede Nacional de Luta contra a Violência Baseada no Género e Crianças na Guiné-Bissau (RENLUV), no âmbito de uma auscultação realizada em Prábis, no quadro da Clinica Móvel para o apoio as Vítimas das Violências domésticas.
Aissatu Camara Indjai disse que pretende com esta iniciativa, inteirar-se junto das comunidades da real situação de violência doméstica vivida, a fim de ajudar as vítimas a percorrerem caminhos legais para a justiça.
“A iniciativa visa junto da comunidade inteirar da real situação da violência doméstica assim como encaminhar os processos para tribunal e descobrir os entraves, por isso a clínica móvel está aqui para ajudar as vítimas destes casos de violências domésticas que se registam todos os dias na Guiné-Bissau”, relatou a presidente da RENLUV.
A presidente da RENLUV afirma que a clinica móvel dá também oportunidade as vítimas, de exprimirem as suas situações diante dos líderes religiosos.
“Na comunicada contamos com a presença da representação tradicional, representações religiosas assim como a representação das organizações das mulheres e jovens locais sobretudo as vitimas testemunham a situação da violência”, enfatizou Aissatu Camara Indjai.
Aissatu Indjai presidente da RENLUV admite a possibilidade de uma delegação da clinica móvel deslocar-se a Bissorã, para se inteirar igualmente da real situação de violência doméstica nessa zona norte do país.
“Dia 17 de novembro uma delegação da clinica móvel vai estar em Bissorã com mesmo objetivo de auscultar a comunidade e orientá-la na base da lei vigente do país a fim de permitir a clinica móvel descobrir a real situação da violência doméstica em diferentes locais”, revelou a presidente da RENLUV, Aissatu Indjai.
A delegação da Clinica Móvel é composta pela Associação Guineense das Mulheres Juristas, Rede Nacional de Luta contra a Violência Baseada no Género e Crianças na Guiné-Bissau (RENLUV) e conta ainda com a colaboração da Ordem dos Advogados e Centro de Acesso a Justiça e teve o apoio financeiro do PNUD.
Por: Marcelino Iambi
- Created on .

