Migração e Fronteiras: DESCENTRALIZAÇÃO DE SERVIÇO DE EMISSÃO DO PASSAPORTE DEPENDE DO GOVERNO
O director-geral de Migração e Fronteiras disse que a descentralização de serviço de emissão de passaporte para as outras regiões ou províncias do país, depende da vontade do Governo.
“ Descentralização de serviço de emissão de passaporte depende do Governo, estamos preparados porque temos as delegacias em todas as regiões com homens preparado em caso o serviço fosse descentralizado, mas depende do Governo porque é ele que assinou acordo com a empresa CITIS”, diz Lino Leal da Silva, na última sexta-feira aquando da apresentação de um cidadão da nacionalidade camaronesa que se encontrava no serviço de scâner para a obtenção do passaporte da Guiné-Bissau.
Lino Leal da Silva revelou por outro lado que em Bissau funcionam com apenas oito máquinas de emissão de passaporte para toda a população com a nacionalidade guineense.
“(…) É difícil, às vezes se verifica as reivindicações das pessoas que procuram este documento, mas compreendemos porque é difícil satisfazer a necessidade das pessoas ainda com a qualidade de internet do país, mas mesmo assim, por dia, confeccionamos entre 200 a 250 passaportes”, rematou o director geral da Migração e Fronteiras.
Na Guiné-Bissau, estima-se que há cerca de dois bilhões de habitantes e todos os interessados na obtenção de um passaporte tipo ordinário, do serviço ou diplomático, têm que se deslocar a Bissau.
O facto tem criado grande transtorno à população uma vez que ainda funciona com apenas 8 máquinas para emissão do passaporte.
Por: Braima Sigá
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