DG DAS MIGRAÇÕES APONTA UNIÃO COMO ESTIMULO DO POVO AFRICANO

O Diretor-Geral (DG) do Serviço das Migrações e Fronteiras, Lino Leal da Silva, diz, hoje, que a nação africana só pode avançar se conseguir alcançar a união entre os povos.

O responsável da instituição encarregue pela Emissão de Passaportes e de migração e emigração falava, hoje, depois de receber uma delegação Gambiana e Senegalesa, de visita ao país durante cinco dias, com o propósito de inteirar-se das funcionalidades das diferentes instituições do país ligadas á essa área, e da forma como lidam com os refugiados.

Lino Leal da Silva diz ainda que o povo africano deve pautar pela ideologia do Kwame N´Krumah, que falava da necessidade da união entre os africanos.

“Todos nós somos africanos, os europeus é que nos separou, essas fronteiras artificiais que estamos a ver aqui em africa, cultura que existe em Senegal e Gâmbia são os mesmos que aqui existem, então sendo assim devemos pautar pela ideologia de Kwame N´Krumah, que falava da necessidade da união entre os africanos porque temos muitas coisas para dar os europeus, mas tudo é possível só com a união”, salientou.

Confrontado com as lamentações dos cidadãos nacionais residentes nas diásporas, em relação à obtenção da nova gama de passaporte, Lino Leal da Silva pede paciência aos cidadãos, porque há alguns trabalhos que estão a ser feitos, para que todos possam ter acesso a esta nova peça.

“A maioria das nossas embaixadas já tem máquinas móveis para a emissão de passaportes, só que as pessoas devem ter mais paciência as coisas não podem decorrer tao fácil como estão a pensar, realmente os trabalhos estão a ser feitos para que todos possam ter acesso a esta nova peça, já assistimos muitos cidadãos estrangeiros com passaportes guineenses, por isso deve haver controlo na emissão dos passaportes”, enfatizou.

Em relação aos refugiados este responsável das Migrações e Fronteiras, Lino Leal da Silva diz que o modelo que a Guiné-Bissau adotou para a naturalização dos refugiados, é um exemplo para africa e até para o mundo, no entanto é esse exemplo que a delegação Gambiano e Senegalesa veio a constatar no país e para depois adotarem essas experiencias, com vista a porem em prática nos respetivos países.

 

Por: Diana Bacurim

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