Os cidadãos guineenses em Mauritânia enfrentam várias dificuldades no acesso aos documentos da Guiné-Bissau e não conseguem nem emprego e nem a autorização para a residência naquele país árabe.
A Guiné-Bissau reforçou as medidas de segurança na fronteira leste e sul com a Guiné-Conacri, depois de forças especiais daquele país terem afirmado que capturaram o Presidente.
O líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, considera de violação a posição das autoridades guineenses em relação a sua indigitação de chefiar a missão de observação eleitoral da União Africana, em São Tomé e Príncipe.
O Colectivo de Condutores e Proprietários de Transportes Rodoviários da Guiné-Bissau ameaça paralisar o sector, ao nível nacional, a partir da próxima segunda-feira. O pré-aviso de greve já foi entregue ao governo.
A representação diplomática da Guiné-Bissau na república islâmica de Mauritânia revela que a comunidade guineense continua a enfrentar grandes problemas em relação a aquisição dos documentos e por isso correm riscos de perder o emprego e até de deportação.
O Bastonário da Ordem de Jornalistas congratulou-se com a declaração da liberdade aos órgãos públicos anunciada pelo chefe de Estado, e afirma que caso se concretize haverá menos corrupção e o sistema democrático passará a funcionar em pleno.
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