UNTG COMEÇA GREVE DE 28 DIAS
A União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG) Iniciou, esta segunda-feira (01), mas uma onda de paralisação na administração publica da Guiné-Bissau.
Desta vez a maior central sindical optou para uma paralisação consecutiva de 28 dias aumentando assim a pressão ao governo para cumprir as exigências sobre a aplicação dos pontos acordados entre as partes.
Entretanto, na sequência desta paralisação iniciada nas primeiras horas desta manha, o executivo decidiu voltar a mesa negocial com a comissão negocial da UNTG.
Depois do encontro, o presidente da comissão Negocial, Yasser Turé, disse que o governo solicitou a UNTG para suspender a greve devido a pandemia da Covid-19 no país.
“Infelizmente o governo não nos apresentou nenhuma proposta na mesa negocial mas pediu a central sindical no sentido de suspender a paralisação, iniciada de 28 dias, devido a pandemia da covid-19”, disse o presidente da comissão negocial da greve da UNTG.
Em relação a situação do pagamento de salário que tem vindo a ser feito pelo ministério das finanças não processada pela função pública, Turé sustenta que o assunto “infelizmente” não foi explicado claramente à comissão.
“Última vez que fomos convocados foi pela ministra da Função pública e na altura a governante informou a central sindical que a partir do mês de Janeiro o salario do mês de Janeiro deveria ser pago pelo ministério da função Pública não pelo ministério das Finanças que é uma aberração e uma violação da lei, mas nem a comissão consegui explica-nos o assunto”, explica Yasser Turé.
A União Nacional dos Trabalhadores da Guiné tem desencadeado sucessíveis vagas de greves que visa exigir a legalidade da entrada das pessoas na administração pública e o pagamento dos subsídios aos professores e técnicos de saúde.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Marcelino Iambi
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