PRS DENUNCIA PERSEGUIÇÃO DEPOIS DE EXONERAÇÕES DOS SEUS DIRIGENTES
O presidente em exercício do Partido da Renovação Social (PRS) denunciou hoje, que seu partido está a ser alvo de perseguição depois de vários dirigentes daquela formação partidária terem sido exonerados de funções.
“ Hoje, se fomos fazer analise, o PRS, podemos considerar que está a ser alvo de uma perseguição, sobretudo na exoneração de alguns dos seus dirigentes na administração pública. As exonerações feitas no ministério do comércio e na Camara Municipal de Bissau dá entender que há uma tentativa de perseguição porque sabemos como as mudanças na administração pública são feita, portanto, deve-se respeitar os princípios”, diz garantindo ao coordenador do Movimento para a Alternância Democrática (Madem-G15), Braima Camará que vão continuar a andar de mãos dadas e defender a democracia na Guiné-Bissau.
Fernando Dias falava na sede do partido junto com o coordenador do MADEM-G15 que efectuou no princípio desta tarde uma visita a este terceiro partido mais votado nas últimas legislativas.
Entretanto, para o coordenador do Movimento para a Alternância Democrática MADEM-G15, Braima Camará, esta visita ao PRS vem confirmar o clima de confiança existente entre os dois partidos.
“ (..) A nossa visita ao PRS vem confirmar o clima de confiança existente entre Madem e o PRS”, diz sem no entanto, confirmar se a sua visita será alargada a outros partidos.
“ Entendemos por bem que, depois da dissolução da Assembleia Nacional Popular, seria de bom agrado para o Madem viesse até aqui agradecer tudo quanto o PRS fez nesta legislatura para o nosso partido, por isso, estamos aqui para dizer o PRS que a vida continua, estivemos juntos e estaremos sempres juntos na busca de grandes consensos como já provamos no passado”, disse.
A visita de Braima Camará, que voltou ao país no sábado passado depois de 10 meses no estrangeiro, aconteceu depois de uma audiência com Sissoco Embaló.
Apesar de estarem integrados no Governo de iniciativa presidencial, é visível o mal-estar entre os dirigentes dos dois partidos e o chefe de Estado, que afirmou terça-feira não ter nada contra qualquer líder partidário guineense.
Por: Nautaran Marcos Có
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