PRS DEFENDE CRIAÇÃO DE SOLUÇÃO ENTRE OS GUINEENSES PARA A ESTABILIDADE GOVERNATIVA

O cabeça de lista ao cargo de Primeiro-Ministro para o Partido da Renovação Social (PRS) nas próximas eleições legislativas de junho, Florentino Mendes Pereira, lamenta a falta de entendimento entre os guineenses, sobretudo a classe política para o progresso do país rumo ao desenvolvimento.

Aos jornalistas à margem da reunião da Comissão Política do PRS, Florentino Mendes Pereira, diz que “não é possível a falta de entendimento numa população que ronda 2 milhões de habitantes”.

“É uma vergonha a falta de entendimento de base para arrancar o país para o desenvolvimento sobretudo entre a classe política”, lamenta o antigo titular da pasta da Energia.

De acordo ainda com o dirigente político a actual situação em que se encontra o país não é devido a falta dos quadros, porque “em todos os partidos há quadros e outros por causa de medo estão fora do país”-

“Por isso, a estabilidade é o primeiro aspecto que temos que debater entre nós em como possamos criar uma solução da estabilidade governativa onde os guineenses devem convergir sobre as questões essenciais do país evitando as guerrinhas à toa”, conclui com um tom de revolta.

Entretanto, sobre o processo eleitoral em curso no país desde dezembro último, o presidente interino do Partido da Renovação Social, voltou a apontar a questão da caducidade do Secretariado Executivo da Comissão Nacional das Eleições (CNE), como exigências da sua formação política ao chefe de Estado para as próximas eleições.

Para Fernando Dias, “não se pode fazer eleições sem resolver a situação da caducidade do Secretariado Executivo da CNE”, a instância competente para fiscalizar o processo eleitoral na Guiné-Bissau.

Já na abertura da reunião da Comissão Política do PRS, que tem como pano de fundo debate dos critérios para escolha dos futuros candidatos ao cargo de deputados nas próximas eleições legislativas marcadas para 4 de junho, o líder interino dos renovadores alertou os dirigentes e militantes de que “estamos num momento sensível e o partido precisa de uma lista convincente dos candidatos ao cargo de deputados para apresentar aos eleitores assim como a comunidade internacional”.

Fernando Dias recorda aos dirigentes que “o PRS é um partido do poder” e é preciso manter essa imagem com a cultura de “cedência e tolerância”.

Nas últimas legislativas, o Partido da Renovação Social, conseguiu número inferior ao das 2014, ou seja, em 2014 o PRS obteve 41 deputados e em 2019 conseguiu 21 assentos parlamentares.

 

Por: Braima Sigá

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