PAIGC RESPONSABILIZA CEDEAO PELO ATRASO NA IMPLEMENTAÇÃO DO ACORDO DE CONACRI

O PAIGC diz estar preocupado com o atraso na implementação do acordo de Conacri, no entanto, responsabiliza também a comunidade internacional pelo atraso na implementação do documento internacional

O primeiro vice-presidente dos libertadores, Carlos Correia, que falava depois da auscultação com a missão da CEDEAO que se encontra no país, diz estar preocupado com o atraso na implementação do acordo de Conacri, no entanto, responsabiliza igualmente o presidente da república pela actual situação e continua a apoiar a proposta da ANP, para a saída da crise, apresentada no último conselho de Estado.

“O presidente recusou a proposta porque acha que não deve assumir a sua responsabilidade junto com o PAIGC para aprovar o acordo, mas agora com a CEDEAO chegamos a conclusão que é possível encontrar vias para implementar o acordo e a proposta da ANP é uma boa base para isso”, defende.

O Partido da Renovação Social, PRS, reafirma que o acordo de Conacri já está a ser implementado.

Florentino Mendes Pereira diz que se o acordo de Conacri não está a ser implementado haveria outro governo.

“Reafirmamos que Augusto Olivais não foi a figura do consenso em Conacri”.

Já a sociedade Civil continua a pedir o respeito ao cordo de Conacri. Para a solução duradoura da crise, Augusto Mário diz que a CEDEAO foi pedida a usar todas as suas influências no sentido de convencer os signatários para respeitarem os termos do acordo e em todos os pontos para que haja o respeito escrupuloso”.

“Só assim conseguiremos solução duradoura pela crise que nos abala há algum tempo”, defende.

O poder tradicional, embora não é signatário do acordo de Conacri, mas foi ouvido pela missão da CEDEAO, á saída o coordenador do poder tradicional, Augusto Fernandes, diz que não existe crise na Guiné-Bissau mas o bloqueio por parte do PAIGC e do parlamento.

Também a comunidade religiosa foi ouvida pela missão da CEDEAO que se encontra no país para o seguimento do acordo de Conacri, mas á saída ninguém falou á imprensa alegando que são parte da resolução do problema por isso preferem manter em sigilo o teor do encontro.

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos

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