MOVIMENTO CÍVICO QUER ENVOLVIMENTO DAS AUTORIDADES NO REGRESSO DE GUINEENSES EXILADOS

 

O Movimento Cívico Nacional pelo Regresso dos Exilados Guineenses afirma, esta sexta-feira (31/03), que o exílio é uma violação flagrante dos direitos humanos fundamentais e é inadmissível

A afirmação vem na sequência de o encontro que o movimento denominado “nó djunta mon pa fidjus de tchom riba kasa”, que em português significa unamo-nos para que os filhos desta terra voltem para a casa, manteve, esta sexta-feira, com o vice-presidente do Supremo Tribunal da Justiça (STJ).

A ocasião serviu também para Fernando Gomes, coordenador do movimento, reafirmar que a “luta” do movimento é para por fim a violação dos direitos humanos que os cidadãos guineenses estão a ser submetidos.

“Levantamos para lutar e congregados do momento pôr fim a estas violações dos direitos humanos”, garante o antigo ministro de Interior no governo de Carlos Gomes Júnior.

Fernando Gomes diz ter garantia que o STJ irá lutar pela justiça e pela defesa dos direitos humanos e o tribunal supremo encorajou a continuação da luta “pela causa justa e querem que esta causa vença para por fim a violação dos direitos humanos destes cidadãos”.

O movimento diz ter consciência clara dos perigos que possam advir e que alguns exilados possam voltar sem criação da segurança e por isso a realização dos encontros com os órgãos da soberania nacional para criação das condições de segurança e, portanto, querem a implicação activa da comunidade internacional no processo.

Encontram-se no exilo, entre outro, o antigo primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, Raimundo Pereira, antigo presidente de república interino (derrubados no golpe de estado de Abril de 2012), Francisco Fudut Imbali e Iancuba Indjai.

A RSM sabe que o movimento deveria manter encontro com o chefe do Estado, José Mário Vaz, mas, segundo uma fonte, por questão da agenda ficou adiado para uma data a anunciar.

Recentemente o presidente do parlamento guineense, Cipriano Cassamá, defendeu que apoia sem reserva o retorno ao país de todos os antigos dirigentes forçados a viver no estrangeiro por questões politicas.

  Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Braima Siga

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