Índice de pobreza: RESULTADOS ECONÓMICOS DA GUINÉ-BISSAU SÃO DEFICITÁRIOS
O economista guineense afimou hoje que não é suspresa para ninguém que o país se situa em 10 mais pobres de Àfrica uma vez que os resultados economicos são deficitário, levando o país a procurar a todo os anos, os recursos externos para suportar o déficit orçamental.
A Comissão Económica das Nações Unidas para África (CEA) disse este sábado que Moçambique e Guiné-Bissau estão entre os dez países mais pobres de África, chamando a atenção para a degradação da economia do continente.
No entanto, Jose Nico Dju que também é comentador permanente da RSM para assuntos economicos há grandes indicadores que sustentam essas informações como por exemplo, o salario mínimo continua ainda a não cobrir as despesas mensais familiar.
“Esta informação não foi uma surpresa, sobretudos, as pessoas atentas que acompanham a situação”, reconhece o economista guineense, afirmando que é de sempre que os resultados do orçamento geral de estado é deficitário.
A organizaçao da ONU sustenta ainda que os choques globais têm um efeito de cascata nos mais pobres em África através da inflação que, em 2022, ficou nos 12,3%, o que é muito mais elevado do que os 6,7% registados a nível mundial.
De acordo com as estimativas da CEA, as famílias africanas gastam até 40% do rendimento familiar em produtos alimentares, pelo que o impacto da subida dos alimentos tem um "efeito mais severo em África, principalmente nos mais pobres.
Portanto, o economista sublinhou que estes dados espelham a qualidade de prestaçao do estado guineense, apesar de alguns ganhos obtidos com a Fundo Monetário Internacional.
“Estas informações são fatos que confimam exatamente o desequilíbrio e uma situação desagradável em relação a nível de vida de população guineense”, apontou o analista económico.
Para isso, aconselha o estado a esforçar no sentido de melhorar a sua pressão fiscal e equilibrar o salário mínimo.
“É preciso fazer um grande esforço para melhorar a pressão fiscal, esforçar em termos de equilibrar o salário mínimo”, sublinhou.
Os peritos alertam que os países africanos continuam a enfrentar uma queda das receitas, um aumento da dívida pública e um espaço orçamental cada vez menor, com o rácio da dívida a aumentar de 57,1% em 2019, para 64,5% no ano passado.
A forte dependência dos países africanos das importações tornou o continente vulnerável aos choques externos.
Por: Nautaran Marcos Có
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