IGREJA CATÓLICA ESPERA QUE O PRÓXIMO ANO PASTORAL SEJA ESPECIAL

O vigário episcopal da diocese de Bissau considera o próximo ano pastoral 2016/2017 de “especial” para a Igreja Católica da Guiné-Bissau devido a realização do primeiro sínodo e da celebração dos 40 anos da diocese

Padre Keilandio Abulai Djaquite que falava, esta terça-feira, á Rádio Sol Mansi, no arranque de o encontro de secretariado, que tem como objectivo proceder o balanço dos trabalhos agendados durante o ano pastoral das diferentes comissões, disse ainda que durante o encontro a Igreja prepara estratégias para novo ano pastoral com destaque para o sínodo (assembleia de eclesiásticos e leigos que se reúnem com o propósito de “caminhar juntos”, seguindo um determinado plano) e para o sucesso na sua realização e preparação o vigário episcopal exorta a participação activa dos cristãos.

“Esta é a primeira vez que realizamos um sínodo e as pessoas devem preparar e reflectir sobre a vida da nossa Igreja que completa os 40 anos, e durante estes anos qual a nossa caminhada e o que já foi feito e o que falta por fazer e principalmente como os nossos Cristãos vivem as suas crenças”, aconselha lembrando que “estas decisões devem ser tomadas durante o sínodo e as decisões tomadas serão vinculativas e todos os Cristãos têm que aceitá-las”.

Em relação a situação sociopolítica que se vive no país há quase um ano, Padre Djaquite disse que a Igreja continua a fazer os trabalhos no sentido de um diálogo inclusivo para que haja consenso na sociedade guineense.

“A Igreja age quando é oportuno no sentido de ajudar a criar diálogo inclusivo. Podemos dizer que gostamos desta terra, mas temos que começar com acções concretas para demonstrar o nosso sentimento. E quando é preciso dialogo, temos que ser flexíveis e permitir que cada um exponha a sua opinião”, afirma lembrando que “podemos buscar consenso em torno das opiniões diversas”.

“Continuamos a rezar e convidamos todos a fazerem a mesma coisa e esperamos que os políticos vão fazer os seus trabalhos porque o trabalho que cada um é ajudar para que as coisas corram da melhor forma possível”, alerta.

O vigário episcopal da diocese de Bissau disse ainda que a Igreja católica continua a fazer o seu trabalho de sempre que é o anúncio do Evangelho e ao mesmo tempo faz aqueles que o adquirem perceberem que são cristãos e cidadãos e sendo assim devem dar os seus contributos para a estabilidade e sucesso do país rumo ao desenvolvimento.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos

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