GUINÉ-BISSAU PROMETE IMPLEMENTAR A CONVENÇÃO PARA A PROTECÇÃO DE CAMADA DE OZONO
A Secretaria de Estado do Ambiente e Biodiversidade prometeu a implementação, no país, da convenção internacionais para a Protecção da Camada de Ozono.
Quité Djata que falava na abertura da reunião temática sobre a possibilidade de contactar a CEDEAO para facilitar a adopção de um código alargado que tome em consideração os gases respeitantes a Emenda de Kigali, referenciava os protocolos de Viena, de Montreal e Emenda de Kigali sobre a contribuição nacional determinada a ser revista logo em 2020.
A Secretária de Estado do Ambiente e Biodiversidade, Quité Djata, disse que esta acção irá reforçar as iniciativas conjuntas com outras convenções.
“Esta acção irá reforçar as iniciativas conjuntas com outras convenções, como a das alterações climáticas reforçando o esforço global para que a temperatura média global não suba mais de 1.5ºC até o final do seculo”, explicou.
A Guiné-Bissau irá introduzir fortemente os reforços realizados na implementação da convenção de Viena, Protocolo de Montreal e Emenda de Kigali na sua contribuição nacional determinada a ser revista logo em 2020, aumentando assim a sua ambição em prol da salvaguarda do planeta terra.
“Para o cumprimento deste desiderato, o nosso país continua a necessitar do apoio técnico, financeiro e científico dos seus parceiros, afim de melhor contribuir nos esforços globais em matéria de combate ao aquecimento global cabimentado no acordo de Paris e na Emenda de Kigali”, diz.
A reunião temática decorre, durante dois dias em Bissau e juntou os membros dos países da CEDEAO.
A ocasião serviu para Quité Djata, afirmar que o país comprometeu-se assim em participar neste esforço global da Camada de Ozono
“A Guiné-Bissau, como parte da convecção de Viena e protocolo de Montreal sobre os Gases que empobrecem a Camada de Ozono, ratificou a Emenda de Kigali no dia 22 de Outubro de 2018, comprometendo-se, assim, em participar neste esforço global”.
Com a realização desta reunião sub-regional, pretende a Guiné-Bissau contribuir para dar corpo ao desenrolar de uma actividade que, entre outros, persegue um objectivo cimeiro, isto é, minorar e, mesmo, eliminar o consumo dos Hidro-Fluor-Carbonos, ou seja, os gases que também contribuem para o aquecimento global”
A Emenda de Kigali, como ficou conhecida, define um cronograma de redução da produção e consumo dos hidro-fluor-carbonos até um patamar mínimo a ser atingido pelos Estados partes, de acordo com a tabela estabelecida e constante da Emenda de Kigali.
Por: Elisangila Raissa dos Santos/Bíbia Mariza Pereira
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