GUINÉ-BISSAU PRETENDE ADOPTAR POLÍTICA NACIONAL DE GESTÃO DE MERCÚRIO
A Guiné-Bissau emite por ano cerca de trezentas (300) quilogramas de Mercúrio que se liberta através do solo. Mercúrio é um metal pesado que se apresenta no Estado sólido e liquido e é de grande risco de poluição
Estas informações foram avançadas, esta quinta-feira (06/04), pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente (UNEP), a quando da sessão oficial do lançamento do Projecto “MINAMATA”, sobre a Convenção do Mercúrio na Guiné-Bissau, ligado o seu impacto no sangue provocado pela alimentação através dos recursos haliêuticos.
Viriato Cassamá disse ainda que o projecto tem vantagens significativas que se assenta na conservação do meio ambiente mundial, na gestão do mercúrio que é altamente tóxico e ajudar na preservação do ecossistema de poluição através de o mercúrio.
O projecto também pretende ajudar o país em adoptar política nacional de gestão do mercúrio e contribuir na redução de riscos da sua contaminação “porque os recursos haliêuticos não têm fronteiras”.
Em Setembro de 2014 a Guiné-Bissau assinou e rectificou o Projecto “Minamata” que é a Convenção sobre o Mercúrio.
A Convenção de Minamata sobre Mercúrio, acordado na quinta sessão do Comité Intergovernamental de Negociação em Genebra, Suíça, em 2013, é um tratado global para proteger a saúde humana e o ambiente dos efeitos adversos do mercúrio. Foi.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Luciano Carlos Jaló
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