GOVERNO GARANTE QUE A VACINA CONTRA POLIOMIELITE NÃO TEM EFEITOS COLATERAIS NEGATIVOS

O governo começa na próxima quarta-feira, 22, a segunda fase de vacinação contra a Poliomielite. A par da primeira, pretende-se vacinar mais de trezentas (300) mil crianças em todo o país. O governo garante que não existem efeitos colaterais negativos.

A vacinação que decorre até o próximo dia 25 é feita com Mebendazol e é destinada á todas as crianças menores de 5 anos de idade. O governo garante que todas as crianças podem tomar vacina mesmo que estejam doente ou que apresentem quaisquer sintomas de febre.

Em entrevista à Rádio Sol Mansi (RSM), Lamine Mendes, responsável de Comunicação dos Serviços de Imunização e Vigilância da Epidemiologia, garante que qualquer criança pode ser imunizada, porque, segundo disse, não existem quaisquer contraindicações.

“Esta vacinação não tem alguma relação com qualquer tipo de doença”, garante.

Na primeira fase da vacinação houve vários obstáculos e a meta de vacinar mais de 300 mil crianças não foi atingida porque, segundo informações, alguns pais recusaram em entregar os seus filhos para a aplicação da vacina.

O ministério da saúde garante que a vacina não tem efeitos colaterais negativos nas crianças e nem provoca infertilidade na idade adulta.

“Uma criança é aplicada várias vacinas, desde à nascença, e inclui a pólio e a criança também recebe vacinas contra tétano e poliomielite isso é para reforçar a sua imunização”, enfatiza.

O objetivo da vacinação é que nenhuma criança guineense volte a ficar paralisada por causa de quaisquer poliovírus.

Lamine Mendes disse que todos os pais têm por obrigação de vacinar os seus filhos para que tenham antecorpos suficientes contra a pólio.

“Cada adulto tem por obrigação de vacinar as crianças e isso vai salvar as suas vidas”, alerta.

O responsável da Comunicação dos Serviços de Imunização e Vigilância da Epidemiologia da Guiné-Bissau diz ainda que, para lutar contra esta doença, é preciso que todas as crianças sejam vacinas.

“Esta vacina vai nos ajudar a controlar o número das infeções no país. Se todas as crianças forem vacinadas vai proteger o país da entrava de todos os tipos do vírus da pólio”, explica.

Há anos, a Guiné-Bissau foi declarada livre da poliomielite mas, em 2021 reapareceram mais de 4 casos confirmados nos laboratórios e para fazer face a esta situação, o governo, a UNICEF, a OMS e os parceiros da Iniciativa Global de Erradicação da Poliomielite promovem campanhas para imunizar as crianças que vivem em toda a Guiné-Bissau.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos

Imagem: Arquivo de Internet 

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