GOVERNO DIZ ESTAR A ACIONAR MECANISMO PARA CONFIRMAR A ENTRADA OU NÃO DE XAROPES NOCIVOS À SAÚDE
O Ministro da Saúde Pública diz que estão a ser feitos trabalhos de inspeções para confirmar a entrada ou não dos 4 xaropes do fabrico indiano com composições nocivos à saúde humana e utilizada nos tratamentos de gripes, que já ceifou oficialmente a vida a 66 crianças em Gâmbia.
O ministro Dionísio Cumba que falava, hoje, em entrevista aos jornalistas, embora tenha admitido que existe uma proliferação das farmácias no país, disse que é preciso a criação de leis que vão proteger as pessoas contra situações que podem colocar em risco as suas vidas.
O ministro diz ainda que não receberam nenhuma notificação de que as 4 xaropes do fabrico indiano e cuja composição, segundo a OMS, é venenosa e fatal para as crianças.
“Que o nosso Estado e as nossas estruturas de vigilância estejam em alerta para poderem controlar as farmácias, porque sabemos que existe uma grande proliferação das farmácias no nosso país que ainda não têm controlo e legislação, mas estamos a terminar os processos para regularizar este que é um setor muito importante”, explica o ministro.
Dionísio diz ainda que é preciso um engajamento forte porque “o governo não pode permitir que as pessoas comercializem os produtos farmacêuticos como se fosse a vender pão nos mercados”.
Em relação ao impacto da greve da Frente Social que decorreu na semana passada, o ministro da saúde diz que é normal que os sindicatos reivindiquem os seus direitos e, citando informações do ministério, a situação não teve muito impacto negativo.
“Penso que não criou grande impacto porque os serviços públicos funcionaram em todos os lados, segundo um relatório que tenho em mãos”, sustenta
A greve da frente social foi realizada na semana passada e segundo relatos da própria população, os serviços foram suspensos e na maioria foram suspensos os internamentos e apensas estavam a ser atendidos pacientes em situações graves.
A Frente Social projeta para os próximos dias 7 a 11 mais uma vaga de paralização que poderá afetar os setores envolvido na frente, nomeadamente a saúde e a educação.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Diana Vaz
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