GOVERNO DE NUNO NABIAN PREOCUPADO COM FALTA DE OXIGÉNIO NO MAIOR CENTRO HOSPITALAR DO PAÍS
O governo considerou esta quinta-feira de urgente a produção de oxigénio em abundância para fazer face aos desafios da pandemia do novo coronavírus.
A consideração do executivo é transmitida pelo ministro do Ambiente, em substituição do ministro da saúde infectado com covid-19, depois de visitar a fábrica de oxigénio do Hospital Nacional Simão Mendes que diminuiu a produção devido algumas avarias.
De cordo com Viriato Cassama o governo já disponibilizou meios para adquirir 50 garrafas de oxigénio no senegal para fazer fase a situação da pandemia aguardando os trabalhos de restabelecimento da fábrica neste maior centro hospitalar do país.
“Constatei que a fábrica de oxigénio existe mas não está a funcionar na sua capacidade normal para fazer a face a vários desafios, por isso o governo ordenou a compra de 50 garrafas de oxigénio para dar a cobertura a lacuna deixada ao nível nacional perante a pandemia do covid19 e outras doenças respiratórias”, abordou o Ministro do Ambiente Viriato Cassama.
Por seu turno, o director da Manutenção do hospital e Biomedicina, Serifo Adulai Bá diz que neste momento a fábrica de oxigénio está a trabalhar a meio gás, contudo isso cubra o maior centro hospitalar do país.
“Neste momento a fábrica de oxigénio está a trabalhar a meio gás devido algumas avarias e precisa ser feita manutenção uma vez que produziria 200 baris que corresponde a 5 ou 6 garrafas de oxigénio mais agora cai para 3 garrafas a 1150 baris por dia”, explicou Serifo Adulai.
A fábrica de oxigénio do Hospital Nacional Simão Mendes foi inaugurada em 28 de Outubro de 2016 pelo então ministro da saúde pública Domingos Malu.
Por: Marcelino Iambi
- Created on .

