FIM DE GREVE NO SECTOR DO ENSINO DEPENDE DA APLICAÇÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE- diz Bunhgoma Duarte Sanha

 

O presidente da comissão negocial dos dois sindicatos de professores em greve afirma esta terça-feira (23 de Maio) que o sector educativo vai continuar paralisado até o cumprimento da carreira docente na íntegra e a sua aplicação na prática.

Bunhgoma Duarte Sanha fez esta afirmação a saída do encontro negocial com o ministro da educação acompanhado pelo titular da pasta das finanças e da função pública.

«Que ninguém pensa levantar a greve por enquanto a carreira docente não for aplicado. Tem que ser cumprida na íntegra, aprovada e aplicada na prática, porque desde 2011 que estamos na luta para sua aplicação. Eu reafirmo, greve está de pé, hoje mesmo vai entrar um novo pré-aviso de greve».

Sobre a declaração do governo de que as finanças públicas não têm nenhuma dívida com os professores a não ser a questão de aplicação da carreira docente, Bunhgoma Sanha, disse que “o momento não é da política mas sim de acção, porque isso, não corresponde a verdade”.

«Essa afirmação não corresponde minimamente a verdade, temos retroactivos em atraso, as dívidas de 2012 e 2013 não foram pagas. Desta vez vamos trabalhar com o provérbio santomense “ver e crer” porque houve muitas promessas que não foram cumpridas».

Entretanto o ministro da educação Sandji Fati volta a afirmar que as finanças públicas não têm nenhuma dívida com os professores a não ser o comprimento da carreira docente.

«Pontos constantes do caderno reivindicativo, a única questão restante são ligadas a carreira docente, restos dos pontos inclusivo dos salários atrasados neste momento as nossas finanças não tem nenhumas dívidas com os nossos professores, posto isto, falamos com a equipa negocial dos sindicatos efectivamente na possibilidade de fazer os trabalhos como deve ser que é o caso da regulamentação da carreira docente e no seu próprio tempo que seja aplicado porque também requererá algum dinheiro ou em cargo financeiro».

 Por outro lado, sublinhou que esta exigência tem que estar de acordo com a possibilidade económica do próprio país, “ porque no âmbito da carreira docente há um conjunto de trabalho a fazer, os próprios professores deverão ser avaliado, o empenho é importante ou seja há uma séria de coisa a fazer”, concluiu.

Os professores das escolas públicas iniciaram desde passado dia 15 deste mês, uma greve geral de dez dias para revindicar melhores condições laborais, incluindo a aplicação do estatuto da carreira docente.

 

 

Por: Braima Sigá

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