CONSELHO NACIONAL DE CRÉDITO QUER TAXA DE CRESCIMENTO EM 6,2% PARA O ANO 2018
O Conselho Nacional de Crédito (CNC) espera uma taxa de crescimento de 6,2 contra 5,9 em 2017 e “contas externas deverão registar 10 mil milhões contra 16 mil milhões do ano de 2017”.
A expectativa foi manifestada esta quarta-feira (20 Junho) pela Directora Nacional do Directora nacional do Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO) Helena Nosoline Embalo, depois do encontro do Conselho Nacional de Credito.
Segundo Helena Embalo as perspectivas económicas poderão manter favorável o que depende muito do desempenho da presente campanha de comercialização da castanha de caju.
“Concluímos que as perspectivas económicas poderão mantar favorável mas elas dependem do desempenho que vier a ser registado na comercialização de caju em que se espera em 2018 uma taxa de crescimento de 6,2 contra 5,9 em 2017 e contas externas deverão registar 10 mil milhões contra 16 mil milhões do ano de 2017”, referiu a directora do BCEAO.
Por outro lado, considerou que o défice da conta corrente diminui em resultado da exportação de madeira como também registou aumento de crédito à economia.
“No sector externo o défice da conta corrente diminui em resultado da exportação excepcionais de madeira o que contribui para melhorar as receitas tributárias e na mesma forma registamos um ligeiro aumento do crédito à economia que é bom sinal”, sublinhou Helena Nosoline Embalo.
o conselho incentiva o executivo a implementar políticas como também prosseguir com as reformas para poder preservar a sustentabilidade da dívida e estabilidade financeira.
“Incentivo o governo a implementar as políticas e prosseguir com as reformas que tem vindo a levar a cabo para poder preservar para um lado a sustentabilidade da divida e estabilidade financeira e para outro lado promover a diversificação económica e o crescimento inclusive”, acrescentou a directora nacional do BCEAO.
De referir que a direcção do Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO) promove para sexta-feira (22 de Junho) um outro encontro com os directores-gerais dos bancos que actuam na Guiné-Bissau para abordar a situação económica e financeira do país.
Por: Marcelino Iambi
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