COMITÉ CENTRAL APROVA COLIGAÇÃO DO PAIGC COM OUTROS PARTIDOS POLÍTICOS

O comité Central do PAIGC reunido na sua segunda sessão aprovou o acordo de coligação pré e pós eleitoral com os partidos União para a Mudança, partido da Convergência Democrática e Partido Social Democrática.

A informação é avançada esta segunda-feira (12 de Novembro) pelo presidente do partido Domingos Simões Pereira que afirmou ainda que a decisão de coligação com outros partidos “é para facilitar a escolha do povo nas próximas eleições”

“ O PAIGC leva a sério o seu a sua responsabilidade, portanto assumimos manter o percurso com os partidos que nos acompanharam que foram concluídas com um conjunto de consenso que tínhamos que trazer aos órgãos competente para a sua aprovação. O comité dá-nos a liberdade de poder assinar dois importantes documentos que vão permitir estabelecer um acordo de coligação e outro acordo com incidência parlamentar para antes e depois das eleições”, tendo depois afirmado que com estas coligações, “ vamos facilitar os trabalhos do povo guineense que tem agora a responsabilidade de escolher seus representantes. Quando há essas coligações, principalmente de partidos com visões partilhadas sobre situação política, vai permitir que a tomada de decisões seja bastante mais facilitada”, afirmou.

Por outro lado, aconselhou que o próximo ministro do interior a ser nomeado respeite os princípios estabelecidos em Lomé porque segundo ele, o presente governo é uma emanação do consenso alcançado neste país africano “ portanto não podia ser da exclusiva competência de um órgão essa tomada de decisão. Por isso, alertamos para que a decisão de nomeação do novo ministro do interior respeite os princípios estabelecido em Lomé, Togo, doutra forma iria configurar um atentado ao consenso estabelecido em Lomé e pôr em causa toda a transparência de todo o processo”.

Entretanto, voltou a exigir a realização das legislativas ainda este ano, tendo justificado que a soberania se constrói com o respeito das leis e princípios. “ Quem não respeita a sua soberania, não respeita a sua existência, nós respeitamos a nossa existência”.

De referir que a comité central repudiou as acções de força de segurança que espancaram jovens estudantes que reivindicavam o inicio de ano lectivo.

Por: Nautaran Marcos Có

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