COLECTIVO DOS PARTIDOS QUE CONSTITUEM MAIORIA PARLAMENTAR RESPONSABILIZA PRESIDENTE DA REPÚBLICA PELA DEMORA NA NOMEAÇÃO DO GOVERNO

 O colectivo de partidos que constituem a maioria parlamentar para a estabilidade governativa, responsabilizou esta quarta-feira (8 de Maio) o presidente da República pela situação política vigente no país.

Em conferência de imprensa conjunta entre o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), a Assembleia do Povo Unido - Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB), Partido Nova Democracia e União para Mudança, o líder dos libertadores, Domingos Simões Pereira, disse que é imperativo a nomeação do novo primeiro-ministro assim como a marcação imediata da data da eleição presidencial.

“ O presidente da Republica é o responsável pela situação politica vigente recaindo sobre ele as consequências directas e indirectas de todas as implicações daí decorrentes. Está a 45 dias do fim do seu mandato pelo que é imperativo a nomeação do primeiro-ministro e a formação do governo assim como a marcação imediata das eleições presidenciais”, avisou o líder do PAIGC.

No que se refere ao pedido da providência cautelar que terá dado entrada no Supremo Tribunal da Justiça interposto pelos partidos da minoria parlamentar, nomeadamente, Movimento para a Alternância Democrática (Madem) e o Partido da Renovação Social, “o colectivo defende que isso não pode pôr em causa a escolha do primeiro-ministro e a formação do governo”.

“ Os anunciados pedidos de providência cautelar que terão dado entrada no Supremo Tribunal da Justiça visa exclusivamente ganhar tempo a favor dos partidos que não tiveram o apoio da maioria. Não poem e nem podia por em causa a escolha do primeiro-ministro e a formação do governo”.

Domingos Simões Pereira revelou ainda que o presidente da Republica tem mantido encontros regulares com os partidos da minoria parlamentar que o apoiam, percebe-se que as ameaças proferidas por estes e dirigidas ao chefe do estado em caso de cumprimento das suas obrigações constitucionais “são parte de uma estratégia concebida e mais que óbvia da recusa de escolha feita pelo povo guineense e assim negar a formação do governo resultante desta escolha”.

Ontem em conferência de imprensa o Movimento para Alternância Democrática MADEM-G15, acusa o PAIGC, vencedor das legislativas de 10 de Março e os seus aliados políticos de estarem a inventar crise política artificial para desviar atenção dos guineenses sobre os reais problemas sociais que os afligem neste momento.

Por: Braima Siga

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