Centrais sindicais do país (UNTG-CS e CGSI-GB) voltam a confirmar a paralisação na função pública de três dias, a partir desta terça-feira (21), para exigir, entre outros, o pagamento dos salários de Março e Abril e ainda o aumento de salário

Em entrevista aos jornalistas, esta segunda-feira (20 Maio), o porta-voz da comissão negocial da greve, José Alves Té, confirmação a paralisação na administração pública que deverá perdurar até quinta-feira (23).

De acordo com o sindicalista, a terceira vaga de greve devia decorrer com uma manifestação mas, dada a marcha agendada pelos partidos políticos, a actividade ficou abortada.

“Confirmo que a greve deve iniciar-se na terça-feira até quinta-feira que teria várias manifestações a mais ficaram abortadas devido a marcha dos políticos e decidimos adiar para distanciar a nossa revindicação com a política”, explica porta-voz da comissão da greve.

José Alves Té diz que os pontos continuam a ser os mesmos que precisa de uma atenção da parte do governo liderado por Aristides Gomes para a sua resolução uma vez que os servidores públicos estão numa situação difíceis.

“Os 37 pontos são mesmos em conformidade com anteriores vagas de greves, uma vez que até agora o governo liderado por Aristides Gomes não cumpriu ainda com nenhum ponto”, acrescenta o sindicalista.

Sabe-se que a Empresa de Luz e Água da Guiné-Bissau vai aderir a greve e apenas aos hospitais serão fornecidos a corrente eléctrica.

Entre os 37 pontos do caderno reivindicativo entregue ao Governo desde Janeiro, constam dois temas que são inegociáveis, nomeadamente o aumento do salário mínimo nacional e a subida da pensão de sobrevivência dos funcionários reformados do Estado.

As duas centrais sindicais admitem que cinquenta por cento (50%) daqueles pontos do caderno reivindicativo dizem respeito aos diplomas legais, pelo que são de aplicação imediata, sob pena de continuar com sucessíveis vagas de greves até que o governo cumpra.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Marcelino Iambi

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