BANCO DE SANGUE DO HNSM ESTÁ SEM TESTE RÁPIDO
O Director do Hospital Nacional Simão Mendes (HNSM) disse não ter informações sobre a falta de teste rápido e de materiais no banco de sangue naquele maior estabelecimento hospitalar do país.
As palavras de Agostinho Semedo foram ouvidas na sequencia de uma reportagem que a RSM fez no estabelecimento hospitalar depois da denuncia de que há semanas que o simão Mendes está sem material no banco de sangue.
Durante a entrevista à Radio Sol Mansi, o director do HNSM, Agostinho Semedo, disse que ainda não foi informado da situação e exige a exibição do documento que comprova esta denúncia, mas, no entanto, alerta o hospital depara com problemas financeiros e a COVID 19 impediu o país receber as doações internacionais.
“A Guiné-Bissau não tem local para fazer teste laboratorial, então como neste momento existem certos problemas financeiros e a pandemia a nível mundial, muitas doações foram canceladas e se existe escassez as pessoas devem entender”, explica.
Há muito tempo que a fábrica do oxigénio do HNSM não funciona e o país constantemente vive de escassez deste produto fundamental para a vida pública. Instado a falar sobre o assunto, o Director do HNSM, Agostinho Semedo, proferiu não comentar o assunto.
“A fábrica de oxigénio está como ´calcanhar de Aquiles` na Guiné-Bissau”, lamenta.
A Rádio Sol Mansi (RSM) sabe que a fábrica de oxigénio de Cumura é o único que está a funcionar e que fornece garrafa de oxigénio aos hospitais do país.
Por: Bíbia Mariza Pereira
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