BAD QUER REDUZIR IMPORTAÇÃO DE ARROZ FINANCIANDO PROJECTOS AGRÍCOLAS
O governo através do ministério da Agricultura e Florestas lança o projecto nacional de apoio a agricultores líderes ao nível da modernização das práticas agrícolas.
A informação é avançada hoje (17/2) pela ministra da agricultura e florestas durante o seminário de lançamento de projecto de apoio as cadeias de valores e empreendedorismo agrícola e rural.
Nelvina Barreto assegurou que o projecto englobará todas as regiões como forma de diversificar e aumentar rendimentos dos perímetros cultivados e que apoiam nas organizações das comunidades rurais.
“O ministério da agricultura e das florestas pretende lançar um programa nacional de apoio a agricultores líderes que deverão ser identificados em cada umas das regiões da Guiné-Bissau, para beneficiaram de apoio e seguimento a nível de modernização das práticas agrícolas, da mecanização, da formação e financiamento”, garantiu a ministra da agricultura e florestas Nelvina Barreto.
O representante do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) Mouldi Tarhouni diz que o projecto pretende reduzir a importação de arroz que o país tem vindo a proceder em 80 mil toneladas, carretando o custo ao tesouro público em cerca de 20 milhões de dólares.
“Ao financiar um projecto para apoiar cadeias de valor e empreendedorismo agrícola e rural, no valor de 8,6 bilhões de francos CFA, o governo e o BAD estão apostando em dois objectivos estratégicos: (1) criar empregos sustentáveis para jovens que representam cerca de 64% da população deste país e (2) reduzir as importações de arroz estimadas em 80.000 toneladas por ano, representando um enorme custo financeiro para o tesouro público de cerca de 20 milhões de dólares americanos por ano”, salientou o representante do BAD.
De acordo com BAD, o projecto beneficiará directamente 4.400 famílias/ agricultores, ou seja 35 mil pessoas, incluindo pelo menos 13 mil mulheres. Por fim, espera-se uma produção anual adicional de 4 mil toneladas de arroz e 2 mil toneladas de produtos de mercado.
Por: Marcelino Iambi
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