AHEAD PONDERA PROCESSAR DIRECTOR DO HOSPITAL RAOUL FOLLEREAU

O representante da organização não-governamental italiana Ajuda à Saúde e Desenvolvimento (AHEAD), que gere o hospital Raoul Follereau pondera processar judicialmente o director deste centro de tratamento de tuberculose.

Em entrevista esta terça-feira (21) a imprensa sobre as denúncias do director do Hospital Armando Sifna, que sustenta que ultimamente este hospital não tem nem comida de qualidade e nem de quantidade suficiente para os doentes internados neste referido hospital.

Representante da AHEAD no país, Mamadu Saliu Sanha defendeu que não arrependeram dos investimentos feitos no país neste centro hospitalar de tratamento de infecção respiratória.

“Digo-vos que não estamos arrependidos do investimento que fizemos aqui. Esta declaração de que Ahead tem vindo a pegar o dinheiro financiado sem utilizar no hospital, usaremos os meios necessários para a comprovação destas acusações”, admite o representante do Ahead.

Por outro lado Saliu destaca que o momento exige a união entre os técnicos da saúde em vez de batalhas que mina os esforços dos parceiros na melhoria deste centro de referência ao nível da sub-região para o tratamento de tuberculose.

“O hospital dispõe de equipamentos que podem ajudar no combate ao novo coronavírus no país por isso, neste momento devia-nos unir em vez de estar à troca de declarações por uma torneira danificada ou de pneu de ambulância”, referiu a Mamadu Saliu Sanha.

Confrontado com as questões de medicamentos neste Hospital, Saliu Sanha reconheceu que um dos sectores mais difícil de gerir num hospital, é o dos medicamentos.

“Sector dos medicamentos é um dos mais difíceis de gerir num hospital como este no qual as pessoas não pagam nada, por exemplo, dez pacientes pode gastar 500 mil franco CFA. Mas posso dizer que neste momento existem medicamentos essências para tratamento de tuberculose neste centro”, esclareceu Saliu Sanha.

Sob gestão da AHEAD, o Hospital Raoul Follereau garante consultas, internamentos e tratamentos gratuitos a pacientes com tuberculose, que também recebem cinco refeições por dia.

O Governo guineense assegura o fornecimento de energia eléctrica e medicamentos específicos para a tuberculose, através do Fundo Global.

Por: Marcelino Iambi/ Turé da Silva

  • Created on .

Escreva à RSM

email

Entre em contato com a Rádio Sol Mansi.

Continuar

Ajuda RSM

helpContribua para a manutenção dos nossos equipamentos e a formação da nossa equipa.

Ajuda

Subscreva notícias

© Radio Sol Mansi
Cookie Policy | Privacy Policy

Web engineering and design by Sernicola Labs

Questo sito fa uso di cookie per migliorare l’esperienza di navigazione degli utenti e per raccogliere informazioni sull’utilizzo del sito stesso. Leggi di più