ADMINISTRADOR DA GREEN HARD & SOFTH PROMETE USAR ESTRATÉGIAS PARA A CONTINUIDADE DAS AULAS
O Administrador da Escola Superior de Informático (Green Hard & Softh) - fechada há semanas, segundo informaçoes, pela justiça guineense - disse, hoje, que a única solução neste momento é continuidade do funcionamento das aulas para o bem dos estudantes.
A ideia foi defendida pelo administrador da escola numa conferência de imprensa realizada com o objetivo de esclarecer a opinião pública, sobre o motivo do inesperado fecho deste estabelecimento do ensino no passado dia 7 de março pela força de ordem.
Samba Djob disse que a sua direção está a procura de solução viável para a continuidade das aulas neste estabelecimento do ensino superior, uma vez que os alunos foram retirados em pleno exames escritos.
“Estamos a procura de espaço, mas o mais importante é a continuidade das aulas sobretudo até ao final do ano letivo dado que já tínhamos iniciado os exames escritos”, explicou o Administrador da Escola Green Hard & Softh.
O Administrador disse que perante o fecho da escola, não foi notificado pelo tribunal e muito menos o advogado deste estabelecimento do ensino superior, fato que considera de uma vandalização por parte da força de segurança.
“A situação está ainda no tribunal, o nosso advogado não foi notificado e muito menos eu sobre o tal despejo que considero da vandalização porque é uma atitude ignóbil, incompreensível e de baixa categoria”, acrescentou Samba Djob.
Samba Djob adverte ainda que jamais aceitará este tipo factos, uma vez que ainda está em vigor o contrato de arrendamento.
“Não é possível um Estado ou um tribunal tomar este tipo de medidas que impede o funcionalidade das aulas sobretudo num período dos exames neste sendo jamais aceitará este tipo de facto, porque ainda temos em vigor o contrato de arrendamento”, explicou Escola Samba Djob.
Na semana passada, os alunos realizaram uma vigília para exigir do estado e a administração da escola, o funcionamento das aulas mais rápido possível, a fim de poderem concluir os seus exames escritos.
Por: Marcelino Iambi
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