ACOBES QUER INTERVENÇÃO DO GOVERNO DO CONTROLO DO PREÇO DOS PRODUTOS DA PRIMEIRA NECESSIDADE
A Associação Nacional dos Consumidores dos Bens e Serviços (ACOBES) pede a intervenção do governo na redução de base tributária dos produtos da primeira necessidade.
O pedido da ACOBES foi feito ao presidente durante uma audiência, esta sexta-feira. Á saída da audiência, Bambo disse ainda que esta proposta foi feita por via formal, sendo que, no mercado, houve subida galopante do preço dos produtos da primeira necessidade.
“Agora o preço é elevado nos mercados, um litro de azeite que custava 100 francos cfa agora passa a custar 1500 francos cfa e é quase impossível conseguir comprar açúcar aqui no país”, garante.
Esta situação da subida galopante dos produtos nos mercados tem sido uma das fontes de críticas das diferentes franjas de sociedade que pedem a intervenção das autoridades nacionais.
Também á saída da audiência com o porta-voz da Camara do Comercio, Industria, Agricultura e Serviços, José Medina Lobato, disse que existem projetos em manga para a valorizar da qualidade da castanha de Caju.
Ontem, o governo anunciou 375 francos cfa como preço básico para a compra de cada quilo da castanha de caju junto do produtor. A abertura da campanha é projetada para a próxima terça-feira.
No entanto, o preço estipulado pelo governo não é bem vista pela União Nacional dos Camponeses reage com insatisfação com a ameaça de desencadear ações de protesto contra a decisão.
Ouvido, esta manha pela Radio Sol Mansi, Upá Vicente Gomes, o porta-voz dos camponeses, disse que a sua organização recebeu com “muita tristeza” esta notícia.
“Esta decisão confirma claramente que o Estado é o único responsável pela situação de pobreza em se encontram os camponeses do país”, acusa.
Vicente Gomes afirma que os produtores continuam a fazer a boa-fé de que governo vai intermediar “da melhor forma possível” na presente campanha, mas, caso contrário, ameaça como protestos para fazer valer os seus direitos.
O preço básico de 375 cfa fixado não corresponde com o preço esperado pela União Nacional dos Camponeses que, no passado dia 26 deste mês, já tinha exigido o governo a fixar 500 FCA como o preço básico de compra de castanha de caju nas mãos de produtores.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos
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