ACADÉMICOS DEBATEM PAPEL DE SOCIÓLOGO NA GUINÉ-BISSAU
A Directora do departamento da língua portuguesa da Universidade Lusófona da Guiné (ULG) considera que uma sociedade diversificada com questões colocadas em relação a cidadania é uma sociedade fértil para um sociólogo.
Sónia Maria Santos que também é representante da reitoria da ULG falava, esta quinta-feira, durante a palestra do curso de sociologia alusiva ao intercâmbio intercursos que decorrerá de 13, 14 e 15, do corrente mês. Sónia fez referência à sociedade guineense.
“Uma sociedade como a guineense tão múltipla, tão diversificada com tantos problemas e com tantas questões a serem colocadas em relação ao país em relação a cidadania e em a própria África, é um terreno fértil para o sociólogo”, disse a Directora.
Para Sónia Santos o sociólogo, consciente da sua função, é um elemento indispensável numa sociedade sofrida como a sociedade guineense.
“Um sociólogo consciente das suas funções sem ter as questões partidárias mas, ele é o elemento indispensável em qualquer sociedade principalmente na sociedade guineense uma sociedade tão sofrida uma sociedade tão carente, tão rica com tantas possibilidades e prosperidade e que precisa de técnicos conscientes para transformá-la”, referiu a professora.
A Associação Académica da Universidade Lusófona da Guiné realiza uma jornada de palestras com diferentes temáticas de 12 cursos leccionados e, vai culminar com o intercâmbio intercursos de 3 dias.
O encontro dos académicos decorre sob tema: “o papel de um sociólogo na sociedade guineense, o impacto da visão de um sociólogo nas abordagens dos fenómenos sociais na Guiné-Bissau e o papel do sociólogo na dissimilação e promoção da cultura democrática”.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Quina Nhaté
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