ESCUTEIROS DA GUINÉ-BISSAU, DE SENEGAL E DA GÂMBIA EM PROL DA PAZ NA SUB-REGIÃO
Com o intuito de sensibilizar e capacitar os seus membros na matéria da promoção da paz em Casamança e na sub-região, os escuteiros da Guiné-Bissau em parceria com os de Senegal e de Gambia, realizaram um encontro de lançamento oficial do projeto com o mesmo propositivo
O evento teve lugar, esta segunda-feira, 08 de Julho, em Bissau, Bissau, na presença da delegação dos escuteiros de Senegal e da Gâmbia e ainda das outras organizações nacionais parceiras.
A abertura foi presidida por Elisa Pinto Tavares, a presidente da Rede das Mulheres de Paz no Espaço da CEDEAO (REMSECAO), que enfatiza a importância do referido projecto para os três países da sub-região.
“Promover a paz em Casamança é promover a paz na Guiné-Bissau, na Gâmbia, na sub-região e no espaço da CEDEAO porque sem a paz nesta região não se pode contar com uma estabilidade nos nossos países tendo em conta as nossas ligações fronteiriças e não só”, enaltece.
Elisa ainda afirma que a iniciativa visa promover a cultura da paz, da igualdade e género, liberdade, tolerância, promoção dos direitos humanos, reconciliação, solidariedade, diálogo, desenvolvimento e justiça social, gestão e prevenção de conflitos e comunicação não violenta destinadas a todos os cidadãos independentemente da sua origem, raça, religião na Guiné-Bissau, sene e Gambia.
Jailson Fernandes Cabral, chefe nacional dos escuteiros da Guiné-Bissau e coordenador do projeto, explica aos jornalistas que a iniciativa surge na necessita do diálogo e cultura de paz.
“Vamos envolver as pessoas em Casamança e Gâmbia no sentido de trabalharmos em conjunto em prol da paz e as nossas acções ainda vão estender as zonas fronteiriças. Se existe conflito em Senegal, a Guiné-Bissau deve contribuir na resolução deste conflito assim como a Gâmbia”, sustenta.
O projeto para a promoção de paz em Casamança e na sub-região é uma iniciativa de escuteiros da Guiné-Bissau em parceria com os de Senegal e da Gâmbia e, conta com o financiamento de Organização Não-Governamental American Jewih World Service num valor de 15 mil dólares correspondente ao 09 milhões de cfa e terá a duração de 1 ano.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Anézia Tavares Gomes

