SANTA MADALENA DE CANOSSA
Santa Madalena nasceu em Verona em 1774 e viveu por 61 anos, dedicando-se à caridade e à fé. Órfã ainda na infância, ajudava as vítimas da guerra, sendo reconhecida até mesmo por Napoleão Bonaparte como “um anjo da caridade”.
Peça sua ajuda com fé: ”Meu Senhor e meu Deus, com todo o fervor do meu espírito, me ofereço a vós e consagro, para a glória do vosso nome, o meu corpo e a minha alma, o brilho dos meus olhos, o fruto da minha inteligência e o palpitar do meu coração. Que esta oração nasça nos meus lábios todos os dias até o declino de minha vida. Vós, meu Deus, selai esta prece com as chagas e o sangue precioso de Jesus. Conheço a minha fraqueza, temo a minha inconstância. Por isso, fortalecei a minha vontade, purificai o meu coração. Sede a minha alegria para a eternidade sem fim. Amém.
Nos últimos anos da sua existência, Madalena de Canossa começou a ter frequentes crises de asma e fortes dores nas pernas e nos braços. Na rude cela do seu convento, não havia nem um genuflexório: para rezar – dizia – eram suficientes os degraus diante da janela. Em 10 de abril de 1835, pediu à suas coirmãs para segurá-la em pé, a fim de rezar as três Ave-Marias a Nossa Senhora das Dores, à qual tinha uma devoção toda especial. Na terceira Ave-Maria – narram –, elevou os braços ao céu e, com um grito de alegria e de mãos postas, reclinou a cabeça no ombro de uma coirmã. Madalena Gabriela de Canossa foi beatificada, em 1941, por Pio XII e, em 1988, canonizada por João Paulo II.

