FUNDEI DEFENDE APOSTA NA COMPETÊNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA GUINÉ-BISSAU
A Fundação Guineense para o Desenvolvimento Industrial (FUNDEI) defendeu que não é possível falar em desenvolvimento sustentável de um país sem, antes, apostar na competência das pessoas.
A posição foi defendida, esta sexta-feira, pela vice-presidente do conselho de administração da FUNDEI, durante o encerramento de uma ação de formação agroalimentar realizada no Centro de Promoção Agroindustrial (CPA), em Bra.
A formação, que decorreu entre os dias 14 de julho e 1 de agosto, teve como objetivo capacitar jovens e mulheres no setor agroindustrial, contribuindo para a geração de emprego e a promoção da autossuficiência alimentar no país.
Na ocasião, Macária Barai, vice-presidente do FUNDEI, revelou que de 2024 até o momento já foram formados 200 jovens e mulheres, anunciando ainda que a meta é formar mais de 2 mil beneficiários até 2029 no domínio da agroindústria.
“Não se pode falar do desenvolvimento sustentável de um país ou mesmo de uma atividade qualquer que seja sem primeiramente apostar no desenvolvimento de competência”, frisou Macária Barai.
Em nome dos Formandos, Olímpia Tavares reconhece que garantir alimentos seguros e nutritivos é um direito básico e um pilar essencial para o bem-estar da população guineense.
“Reconhecemos que garantir alimentos seguros e nutritivos é um direito básico e um pilar essencial para o bem-estar da nossa população”, salientou Olímpia Tavares.
O Coordenador do projeto, Ucain Gomes, disse que jovens e mulheres são os maiores contribuintes da economia da Guiné-Bissau porque só jovens representam mais de 65 por cento da população.
“Os jovens e mulheres na verdade são os maiores contribuintes da nossa economia dado que só jovens representam mais de 65% da população guineense por isso pode ser vantagem ou desvantagem para o país”, alertou o coordenador do projeto.
A iniciativa insere-se no quadro do Projeto de Empreendedorismo Jovem e Mulheres, com foco no desenvolvimento de Pequenas e Médias Empresas, no âmbito do Compacto Lusófono – Fase I. O projeto é financiado em parceria com o Governo da Guiné-Bissau e o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD).
- Created on .

