SINDICATO DOS PROFESSORES PEDEM FIM DE NOMEAÇÃO POLÍTICA E PARTIDÁRIA DOS DIRETORES DAS ESCOLAS

Os sindicatos dos professores defendem, hoje, a despolitização do sistema educativo guineense, e controlo rigoroso de proliferações das escolas privadas no país.

A ideia foi defendida esta sexta-feira pelo presidente do Sindicato Democrático dos Professores, durante o encerramento do ano letivo 2023/2024 cuja cerimónia solene decorreu na Escola Nacional da Administração (ENA) em Bissau, sob lema: “Resiliência e Confiança para uma Educação de Qualidade”.

Alfredo Biaguê defende também um debate nacional sobre o estado de saúde do sistema educativo guineense.

“Despolitização do sistema educativo, recrutamento e seleção rigoroso e sério dos professores, fim de nomeação política e partidária dos diretores regionais das escolas, controlo rigoroso de proliferações das escolas privadas de formação dos professores para remediar esta situação a frente comum propôs. que seja realizada um debate nacional sobre o estado de saúde do sistema educativo”, defendeu o presidente do SINDEPROF.

Por seu turno, o ministro da Educação Nacional, Henri Mané, concordou com a ideia do sindicato para a realização de debate nacional, para mudar o rumo do estado de saúde da Educação Nacional.

“Aquilo que ele diz sobre debate nacional eu concordo sim, tem que se fazer um diagnóstico nacional do setor da educação para que o setor da educação se desenvolva e sobretudo para haver paz tranquilidade neste setor por isso deve haver envolvimento de todos”, alinhou com a ideia o ministro da educação.

Em representação da CONAEGUIB, Rubina Félix, disse que o sistema educativo guineense continua a enfrentar deficiências que comprometem o futuro da juventude guineense.

“A Educação é base do desenvolvimento de qualquer nação e infelizmente o nosso sistema educativo ainda apresenta deficiências que comprometem o futuro da juventude guineense”, sublinhou Rudinan Félix.

Recorde-se que na abertura do ano letivo o então Primeiro-ministro havia admitido que perante os desafios que representam as greves dos docentes, e o abandono que se verifica nas escolas públicas, é fundamental que os próximos 180 dias sejam dedicados a "criar condições para que os 60 mil alunos que saíam do sistema educativo, do ano passado, por não terem professores, e possam regressar ao sistema educativo”.

 

Por: Marcelino Iambi

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