ASSOCIAÇÃO JUVENIL REPUDIA MORTE DE JOVEM QUE RECUSOU CASAMENTO FORÇADO EM CATIÓ E PEDE RESPONSABILIZAÇÃO
A Associação Juvenil para a Promoção e Defesa dos Direitos Humanos considera triste e vergonhosa a morte de uma jovem de 18 anos, espancada até à morte por um grupo de mulheres por ter recusado casar-se com um homem de cerca de 50 anos, em Catió.
A reação da organização juvenil, que defende os direitos humanos na Guiné-Bissau, ocorreu um dia depois de denunciar a morte da jovem em Catche Balanta, setor de Catió, no sul do país.
Em entrevista à Rádio Sol Mansi, Biró Embaló, presidente da Associação Juvenil para a Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (AJPDH), responsabiliza as mulheres e familiares da falecida.
“Consideramos de vergonhosa, triste e acima de tudo é lamentável a perda de vida humana da menina espancada brutalmente até a morte”, lamentou o ativista afirmando que o caso já se encontra sob alçada das autoridades policiais.
Apesar de reconhecer a passividade do sistema judicial guineense nos últimos tempos, Biró Embaló exorta a responsabilização e tradução à justiça de todos os implicados neste caso.
“Exortamos autoridades judiciais a responsabilização de partes infratores, tanto grupo de mulheres e assim como familiares”, concluiu.
A Associação Juvenil para a Promoção e Defesa dos Direitos Humanos exige das autoridades judiciais guineenses a devida justiça no caso da jovem de 18 anos espancada até à morte por um grupo de mulheres em Catche Balanta, setor de Catió, por ter recusado casar-se com um homem de cerca de 50 anos.
Por: Ussumane Mané

