WANEP GB DIZ QUE DESDE AS PRIMEIRAS ELEIÇÕES NUNCA A VONTADE POPULAR FOI RESPEITADA

A Rede Oeste Africana para Edificação de Paz na Guiné-Bissau (WANEP-GB) considera de imperativo e urgente a ressurreição da democracia nos próximos 50 anos no país, e sustenta que desde 1994 a vontade popular não está a ser respeitada.

A consideração é da Coordenadora desta organização feita esta segunda-feira em Bissau numa conferência de imprensa que visa falar dos 50 anos da Independência do país, onde assegurou que desde as primeiras eleições na Guiné-Bissau, nunca as vontades populares foram respeitadas, por isso faz uma avaliação negativa desses 50 anos do Estado guineense. 

Denise dos Santos Indequi considera que os últimos acontecimentos de 01 e 04 deste mês em curso servem como uma das provas de incompetências dos homens guineenses, em particular dos políticos em assumirem o destino deste país.

“Os acontecimentos dos dias 01 e 04 deste mês são provas evidentes que demostram da tamanha incompetência dos Homens guineenses em particular dos políticos em assumir o destino do país, por isso é imperativo e urgente a ressurreição da democracia nos próximos 50 anos”, assegurou Denise Indequi.

A Coordenadora da WANEP exige que mulheres guineenses, em especial do setor político, assumam as suas responsabilidades por forma a combater a vigente situação desta pátria.

“ Queremos exigir as mulheres guineenses, em especial do setor político, a assumirem as suas responsabilidades quanto antes a fim de restaurar a vigente situação nesta pátria enquanto país independente e democrático, focando nos assuntos políticos e sociais para pôr soluções que permitam o desenvolvimento da Guiné-Bissau que necessita urgentemente de mudar, então mulheres é chegado porque o desenvolvimento do Estado guineense passa pela governação das mulheres após 50 anos de fracasso governativo dos homens”, exortou a coordenadora da WANEP

A Rede Oeste Africana para Edificação de Paz na Guiné-Bissau (WANEP-GB) lamenta a cultura de [matchundadi] no seio da sociedade e a incapacidade dos políticos em governar o país e também que com os 50 anos da independência da sua história já tem 15 presidentes, 27 governos e 17 tentativas de golpes de Estado, facto considerado de triste.

 

Por: Diana Bacurim

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