VICE-PRESIDENTE DO PARLAMENTO INSTA GOVERNO PARA ACIONAR MECANISMOS PARA ESTANCAR ATOS DE CRIMINALIDADE
O vice-presidente da Assembleia Nacional Popular (parlamento), Fernando Dias, desafia o governo a estancar o mais rápido possível, as ondas de criminalidades que estão a registar-se nos últimos tempos no país.
O desafio do Fernando Dias foi lançado esta quinta-feira, depois de um encontro de mais de uma hora que manteve com a ministra do Interior, da Defesa Nacional, secretário-geral do Ministério da Administração Territorial e alguns deputados na sede da ANP.
Fernando Dias igualmente presidente em exercício do PRS, considera de inaceitável que as autoridades policiais estejam a bater nos cidadãos, porque segundo disse, as missões das forças de segurança é de proteger os cidadãos e não o contrário.
“Identificamos situações tais como policiais a baterem até a morte num cidadão indefeso e isto é inaceitável que as autoridades policias estejam a bater nos cidadãos, porque, as missões das forças de segurança é de proteger os cidadãos e não o contrário, verificamos o aumento de roubos, disputas de poderes tradicionais que continuam a ceifar as vidas, também o conflito entre os agricultores e os criadores de gados, igualmente as práticas de acusações de feitiçarias, também compreendemos que o governo deve criar a lei da terra por forma a poder dirimir os conflitos vigentes, nesta senda, compreendemos que o governo deve acionar os mecanismos necessários as ondas de criminalidades que estão a registar-se nos últimos tempos no país porque se não estaremos como se não existisse o governo”, assegurou.
Dias realça a necessidade de uma intervenção conjunta de todos os órgãos da soberania por forma a fazerem face a estas práticas que estão a ceifar vidas humanas.
“Entendemos que deve haver uma intervenção conjunta de todos os órgãos da soberania por forma a fazermos face à estas práticas que estão a ceifar as vidas das pessoas, porque sem o povo não existiria nenhum órgão, portanto é a nossa obrigação protege-los assim para que possamos ter em quem governar”, concluiu.
O Ministério público iniciou esta quarta-feira audição de 23 agentes policiais suspeitos de envolvimento na morte de um jovem de 18 anos de idade na passada dia 30 di mês de Setembro durante uma intervenção policial.
Por: Diana Bacurim
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