TRIBUNAL IMPÕE TERMO DE IDENTIDADE E RESIDÊNCIA AO ANTIGO PRESIDENTE DO STJ
O Ministério Público proíbe o antigo Presidente do Tribunal de Justiça (STJ), Paulo Sanhá, de sair do país e obrigado a entregar o passaporte num prazo de 24 horas.
A medida de coacção contra Paulo Sanhá foi tirada na sequência da conclusão, esta tarde, da audição feita pelo Ministério Público, ao antigo Presidente do Supremo Tribunal de Justiça.
Estas informações foram avançadas, hoje, à Rádio Sol Mansi (RSM), por uma fonte judicial, que sustenta ainda que em consequência, Paulo Sanha foi imposto o termo de identidade de residência e a obrigação de permanência no país.
De acordo com a mesma fonte judicial, o antigo presidente do Supremo Tribunal de Justiça é suspeito de vários crimes; entre os quais da corrupção e do peculato.
Paulo Sanha esteve á testa do STJ de justiça durante 8 anos e recentemente foi substituído por Mamadu Saido Baldé.
Nos últimos meses intensificou-se a polémica a volta da audição de Paulo Sanhá, que os advogados não reconheciam as legitimidade das notificações emitidas pela Procuradoria-Geral da República que chegou ao ponto de emitir um mandado de detenção contra Sanhá, mas que depois não surtiu efeito.
No mês de Maio último, o chefe do Estado acusou o antigo presidente do Supremo Tribunal da Justiça de tentar anular as eleição e substituir a Comissão Nacional das Eleições por causa dos erros, omissões e ambiguidade do supremo o país correu os riscos de entrar em convulsão social pós-eleitoral.
O Presidente Embalo avisou que qualquer individuo “independentemente da sua função “indicado no ato da corrupção será punido pela lei.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos
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