Tráfico de Droga: TRIBUNAL CONDENA A 17 ANOS DE PRISÃO CINCO (5) SUSPEITOS DETIDOS COM AERONAVE DE DROGA EM BISSAU
O Tribunal Regional de Bissau (TRB) condenou a 17 anos de prisão efetiva os cinco cidadãos latino-americanos detidos no passado mês de setembro em Bissau com mais de 2,6 toneladas de droga.
No acórdão o tribunal acusou os cinco suspeitos por crimes de coautoria de tráfico de substâncias estupefacientes agravado e de utilização ilícita de aeronave, em que fizeram transportar a droga para Bissau.
Em reação a esta decisão, o porta-voz do coletivo dos advogados, Simão Té, admite recorrem à sentença que condena os seus constituintes com pena de 17 anos de prisão efetiva.
“Nos, da defesa dos condenados, entendemos que, conforme a possibilidade que a lei nos deu, vamos recorrer da decisão porque não conformamos e há muitas situações dentro do processo que entendemos que foram violadas”, garantiu Simão Té.
Entre os condenados está um cidadão brasileiro que, segundo Té roga a sua melhoria porque a questão da dignidade humana é fundamental, uma vez que se encontra no Hospital Nacional Simão Mendes com graves problemas de coração.
“Está numa situação acabado no hospital nacional Simão Mendes e infelizmente estamos atentar o certo para que ele pode estar bem de saúde porque fazer bem se deve assistência médica e medicamentosa que inerente o suspeito tendo em conta o princípio da dignidade da pessoa humana independentemente do seu estatuto processual”, afirmou o advogado Simão Té.
De acordo ainda com a sentença, o Tribunal absolveu os cinco condenados da prática de crime de associação criminosa, conforme requereu o Ministério Público, por considerar que não ficou provado, no julgamento, que houvesse uma hierarquia ou estrutura organizatória entre os suspeitos.
O tribunal decidiu igualmente confiscar a aeronave à favor do Estado, uma medida solicitada pelo ministério público.
Em setembro último, a Polícia Judiciária (PJ) guineense apreendeu uma aeronave que transportava uma grande quantidade de droga, considerada a maior apreensão de sempre na Guiné-Bissau.
Por: Marcelino Iambi
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