SINDICATO DE GUARDAS PRISIONAIS PREOCUPADOS COM A EXPANSÃO DO COVID-19
O presidente do Sindicato de Base dos Corpos da Guarda Prisional atemoriza com a infecção de coronavírus devido superlotações dos reclusos nos diferentes centros de detenções do país.
A preocupação é transmitida esta segunda-feira (30) pelo responsável da guarda prisional do país numa entrevista a rádio sol Mansi no âmbito da luta e prevenção do covid19.
Iazalde José da Silva diz por outro lado que estão desprotegidos com a situação do coronavírus devido aglomeração dos detidos nas prisões do país.
“Quem sabe que já fomos infectados com o coronavírus, não sabemos porque não temos nenhum médico nas prisões ou seja, as regras não são cumpridas, por isso, estamos desprotegidos devido aglomeração dos reclusos nas prisões que devia levar 30 e que agora são superlotados com 60reclusos”, denunciou o presidente do sindicato.
Por outro lado, relatou a má condição de higiene em que as centros de detenções do país se encontram.
“Em todos os três prisões existente no país, Mansoa, Bafata e em Bissau, não estão em condição para detenção das pessoas principalmente no estado de direito democrático”, sustenta Iazalde José da Silva.
“Estamos a deparar com falta de matérias necessários de prevenção do coronavírus nas prisões da Guiné-Bissau numa altura em que o país conta com vários casos desta pandemia sem que nenhuma preocupação das autoridades competentes da nossa situação neste momento”, advertiu
O presidente da república tinha decretado o estado da emergência devido a evolução da pandemia do coronavírus no país por isso apelando para evitar aglomeração das pessoas nos lugares públicos.
Por: Marcelino Iambi
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