PROGRAMA NHA FALA QUER VER SAÚDE SEXUAL REPRODUTIVA NO CURRÍCULO ESCOLAR

A Coordenadora do recém-criado programa “Nha Fala” quer introdução de Saúde sexual reprodutiva no curriculum escolar da Guiné-Bissau.

Este desejo foi anunciado hoje, por ocasião de lançamento do Programa “Nha Fala”, que abrange três regiões do país, nomeadamente Bissau, Bafatá e Gabú, cujo objetivo é de produzir conteúdos e nas dinâmicas feitas dentro de uma plataforma online.

Esta Plataforma vai enquadrar meninas, dos bairros que não reúnem condições e nem de ferramentas para ter acesso aos conteúdos das plataforma abordados como as que se prendem com a violação baseada no género, saúde sexual reprodutiva, entre outros.

Lizidória Mendes disse que com a introdução do conteúdo que têm a ver com a saúde sexual reprodutiva nos currículos escolares, vai permitir as meninas que não fazem parte das organizações juvenis a terem mais conhecimentos.

“Mais para questão educativa, porque o currículo escolar tem que ser uma coisa evolutiva e não uma coisa estática, na medida que a sociedade avança novos problemas estão a surgir, então currículo escolar tem que adaptar a novos desafios que estamos a ter, e nós desde sempre temos desafios a volta de saúde sexual reprodutiva, porque a saúde sexual reprodutiva tem muitos componentes; saúde sexual, saúde reprodutiva, onde pode ter componente de higiene menstrual que temos muita carência nisso, se isso foi introduzido no currículo escolar e vai permitir meninas ou rapazes que não têm oportunidade de fazer parte de instruturas juvenis ou outros associação e vai conseguir informação através de escolas”, explica Lizidória.  

Para Felise N´kumbá, da PLAN, o programa destina-se a sensibilizar grandes números de meninas, que os permite conhecerem os seus direitos e reúnam condições que lhes permite defenderem-se.

“As actividades que serão desenvolvidas pelo Nha Fala em Gabú e Bafatá e aqui em Bissau e alguns locais da Guiné-Bissau, a ideia é que possam sensibilizar grandes números das pessoas para que as pessoas conheçam os seus direitos e permitir sobretudo e tinha condições de defender os seus direitos e gozar de uma saúde sexual reprodutiva saudável”, sustenta.

O programa denominado “Nha Fala” nos bairros e nas regiões do país, é um instrumento cujo domínio se prende as áreas de educação, da saúde e da proteção das crianças, também vai contribuir na capacitação na área económica de mulher e jovens, para o seu melhor envolvimento no desenvolvimento das suas comunidades.

 

Por: Bíbia Mariza Pereira

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