PRESIDENTE DO IMC DISSE QUE COMBATE A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA É PROBLEMA COLETIVO
A presidente do Instituto da Mulher e Criança (IMC) afirma que vários sobressaltos foram registados no país, com a maioria acompanhada de Violência Doméstica.
A afirmação da presidente desta organização que defende as mulheres e crianças foi feita esta sexta-feira em Bissau, no ato de abertura de Auscultação das Comunidades sobre os casos de violência doméstica e mecanismo de resposta, no quadro do Projeto Clínica Móvel para o apoio às vítimas da Violência Doméstica.
Edneusa Lopes da Cruz Figueiredo, presidente do Instituto da Mulher e Criança afirma que o combate a violência doméstica deve ser uma tarefa de toda a sociedade guineense.
“Os vários sobressaltos que este país conheceu, a maioria acompanhada de atos terríveis de violência deixaram sequelas negativas de vários tipos de violência nas nossas comunidades que praticavam usos e costumes que muitas das vezes não promovem os direitos humanos. O combate a violência doméstica é problema do país, por isso deve ser a tarefa de todos nós sem exceção se queremos sem deixar ninguém para trás com o desenvolvimento harmonioso segundo as regras das nações unidas, querem manifestar o engajamento”
A presidente do Instituto da Mulher e Criança disse ainda que, apesar dos esforços feitos até aqui, falta ainda mais por fazer no domínio do combate a esta prática nociva à sociedade.
“É verdade que muitas coisas já foram feitas no domínio de combate a violência doméstica, mas não é menos verdade de que ainda falta por fazer neste contesto”
Já Celeste da Costa em Representação da RENLUV diz não ser justo, continuar a assistir às práticas de casamento forçado no dia-a-dia.
“Não é justo continuar assistir as práticas de casamento precoce infantil e forçadas práticas clandestinas de insuficiência representações femininas nas esferas de tomada de decisão e demais descriminação violências dos direitos fundamentais da camada feminina”
De referir que a Violência Doméstica é uma realidade confirmada no país, e recai sobretudo nos mais fracos, que são as camadas femininas e que constituem a maior parte da população guineense.
Por: Turé da Silva
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