PRESIDENTE DA REPÚBLICA ALERTA QUE O PRIMEIRO-MINISTRO NÃO SERÁ DEMITIDO ENQUANTO NÃO SE REVELAR INCAPAZ DE FORMAR GOVERNO
O presidente da república, José Mário Vaz, afirmou, esta quinta-feira (22 Fevereiro), que não pode avançar com “qualquer decisão” até receber confirmação do primeiro-ministro sobre a incapacidade na formação do novo elenco governamental
José Mário Vaz falava aos jornalistas durante uma visita na antiga instalação do complexo industrial do Cumeré (40 quilómetros à norte de Bissau).
Segundo, o Chefe de Estado guineense o poder não estará nas ruas reafirmando que não posso fará nada enquanto o primeiro-ministro (nomeado há mais de um mês) não se declara incapaz de formar o seu elenco.
“Penso que o primeiro-ministro está a fazer contactos para a formação de um novo governo e não vamos avançar com nada de momento até ele se pronunciar sobre a incapacidade na formação do governo”, explica.
No que se refere as sanções impostas às dezanove (19) personalidades guineenses pela CEDEAO, o chefe de Estado diz não estar preocupado com as sanções mas sim em criar emprego para os jovens e potenciar a riqueza para o país.
Questionado ainda se não está preocupado com o facto de as sanções abrangerem o seu filho, o líder guineense considerou que Herson Vaz “é um guineense como qualquer outro cidadão”.
“Disse-lhe isso. Ele é homem. O nome dele consta da lista, tem que estar ao lado dos outros guineenses para arranjarmos soluções para isso", sustenta José Mário Vaz, numa declaração em língua crioula.
Igualmente o presidente da república visitou o hospital de Cumura “Mal de Hansen”, sector de Prabis, região de Biombo, para agradecer os médicos afectos aos estabelecimentos e de seguida participou num almoço com os doentes internados naquele centro hospitalar ponto de referência nacional, vocacionado a tratamento de VIH-SIDA, Tuberculose e os doentes da área materno-infantil.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Marcelino Iambi
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