PRESIDENTE DA COMISSÃO ORGANIZADORA DA CONFERÊNCIA NACIONAL CONSIDERA POSITIVO TRABALHOS DE AUSCULTAÇÕS REGIONAIS

 

O presidente da Comissão Organizadora de Conferência Nacional “Caminhos para a Consolidação da Paz e Desenvolvimento” fez o balanço positivo dos trabalhos das conferências regionais de restituição das consultas e auscultações realizadas em 2011

Em entrevista exclusiva a Radio Sol Mansi, Padre Domingos da Fonseca, afirma que as conferencias correram bem, houve uma participação activa dos delegados.

“As conferências foram além das nossas espectativas, os participantes, exprimiram com toda a liberdade, com uma certa emoção e com a força, para mostrar que o país está doente e muito dividido” disse Domingos da Fonseca

Apesar disso este responsável acredita que o país pode realizar a conferência e iniciar processo de reconciliação nacional.” Eu estou sempre convencido que a esperança e a última virtude que more em ser humano, Guineenses não são diferentes dos outros, na africa do sul, Costa de Marfim e Timor-Leste aconteceram coisas piores de que na Guiné mas conseguiram se reconciliar, todos unidos podemos tornar uma realidade a reconciliação paz e estabilidade da terra de Cabral” resumiu o presidente da Comissão.

As conferências regionais de restituição que terminaram este domingo visava restituir as comunidades nas várias regiões a conclusão da primeira ronda de consultas, levadas a cabo em 2011, das consultas saíram recomendações, identificação das causas de conflito e sugestões sobre como resolver e agora está se a devolvê-las a comunidade para saber se é preciso actualizar ou não o relatório".


Nesta conferência nacional, agendada para Novembro vão participar delegados de todas as regiões do país e de todos os sectores da sociedade e são estes delegados que vão aprovar o relatório final e escolher qual é o mecanismo de reconciliação que a Guiné-Bissau vai adoptar.

Por outro lado, disse que há uma necessidade urgente de reforma no país porque segundo ele, “ a reforma para mim, é um denominador comum em toda a área e instituição do país. Digo várias vezes que maior problema da Guiné-Bissau é pobreza antropológico”.

Por: Amadu Uri Djaló

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