Operação stop: FNAMT-GB AMEAÇA PARALISAR O SECTOR DOS TRANSPORTES
A Confederação da Associação dos Sindicatos dos Motoristas e Transportadores advertiu hoje a direção geral de Viação de que em caso de avançar com a operação “stop” nas vias públicas, irá paralisar o setor sem reserva.
A advertência da organização dos motoristas foi deixada durante uma entrevista à Rádio Sol Mansi dianta da projectada operação conjunta denominado “Stop” nas vias públicas do país.
Caram Samba Lamine Cassama presidente desta confederação considera a projectada operação como um acto do abuso do poder por parte do governo.
“Não concordamos com a operação stop por simples razão de que há ainda muitas coisas para resolver antes da operação, por exemplo, a criação de guiché único para os motoristas, a implementação de auto de notícia e também, de acordo com memorando do entendimento, a viação deve acabar com a fiscalização (…) mas continuaram a violar o acordo por isso, consideramos este facto de abuso de poder”, diz.
“Porém, vou informar a opinião pública de que, no caso se avançar com a operação stop, vamos paralisar o sector”, ameaçou
De acordo com a informação, a operação vai incluir várias instituições do estado e privadas, como a direcção geral de Viação, duas corporações da Polícia de Trânsito: da Ordem Pública e da Guarda Nacional, Alfândega, Finanças através de Contribuições e Impostos, Ministério da Justiça, Centro de Inspecção e seguradora com objetivo de controlar os documentos que é obrigatório ter para circular na via pública.
Em relação a advertência da Confederação, o presidente da Comissão Técnica do Automobilismo da direção geral de Viação, Luís Filipe Vaz Mendes, diz que as ameaças não impedirá a realização desta operação.
“Estas ameaças não podem impedir a nossa operação, podem reclamar sim, porque tem o direito, mas não vão impedir a operação”, avisou.
No que se refere as cobranças aleatórias dos transportes públicos sem respeitar a última tabela divulgada pela viação, Luís Mendes aponta a falta de autoridades nas vias públicas.
A Confederação da Associação dos Sindicatos dos Motoristas e Transportadores exige do governo o cumprimento do memorando de entendimento antes de iniciar a operação.
Por: Turé da Silva
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