NA FUNÇÃO PÚBLICA OS TRABALHOS FUNCIONAM A MEIO GÁS
Apesar da suspensão do feriado de 23 de janeiro, a maioria das escolas públicas encontram-se fechadas e no Palácio do Governo o trabalho funciona a meio - gás.
A informação foi confirmada numa roda que a Rádio Sol Mansi realizou esta segunda-feira, nas diferentes instituições públicas do ensino como também na sede do governo guineense.
As portas destas instituições bem como da Universidade Amílcar Cabral, Faculdade Direitos de Bissau e Escola da Educação Física e Desportos, estão todas fechadas, enquanto a Unidade de Formação 17 de fevereiro, está a funcionar a meio - gaz, com algumas salas com metade da turma.
Contudo, as aulas não funcionam nestas instituições do ensino, mas as direções estavam abertas como é o caso da Universidade Amílcar Cabral e a Faculdade de Direito de Bissau onde o pessoal de limpeza estava a fazer os seus serviços normalmente.
Em relação ao Palácio do Governo, denota-se o funcionamento a meio - gaz com destaque para algumas portas dos gabinetes que se encontravam fechadas.
De acordo com os funcionários que se encontravam no local, mas que não quiseram pronunciar sobre o assunto, e demonstraram que a medida que suspende o 23 de janeiro enquanto feriado, apanhou os funcionários de surpresa.
Outrossim, os funcionários quando deixaram os serviços na quinta-feira passada, alguns procuravam espaços de lazer para passarem os 4 dias de descanso (que inclui sábado e domingo e os feriados de 23 e 20 de janeiro), fato que está na origem do funcionamento a meio - gaz dos trabalhos na sede do governo.
Além de 23 de janeiro, o Decreto Presidencial suspendeu igualmente o Feriado Nacional as datas de 8 de março Dia Internacional das Mulheres e 3 de Agosto Dia dos Mártires de Pindjiquiti.
Esta decisão de suspender os feriados nacionais mereceu também a reação do comentador dos assuntos políticos da Rádio Sol Mansi. Rui Jorge Semedo que criticou a decisão e disse que estes feriados têm um significado histórico e importante para a história da Guiné-Bissau.
Ele disse que está em curso um plano de mudar a história da Guiné-Bissau.
Por: Marcelino Iambi
- Created on .

